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P . . . na mesa

por jl, em 30.05.15

galinha-sexy-NYT-450-20110930.jpgOlá. Hoje de tarde tive a fiscalizar (e a ajudar um pouco) na fiscalização de uma construção que será a habitação das amigas dos meus sogros que serão a Bina; a Leopoldina; aNepumecena e a Genoveva.

E desde já digo que não falta muito para terem a sua habitação pronta. Só falta mesmo uma pequena parte lateral.

Não irá faltar muito para vermos fruto do nosso suor (embora hoje não estivesse assim tão quente) e termos as nossas amigas em cima da mesa. Como será bom poder provar a sua coxinha ou o seu peito !! Hum que delicia !!

Sei que não foi assim uma frase feliz; mas antes de as pormos em cima da mesa iremos tê-las quentinhas num forninho. E dentro delas irá sair aquele sabor bem bom, em que o iremos até limpar o lábio daquele liquido saboroso.

 

Atenção que estou a falar de galinhas e de ovos. Que ordinarotes. Vocês pensavam o quê?

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publicado às 20:46

Quase igual a Portugal

por jl, em 29.05.15

14141812_qypZC.jpegOlá. Hoje enquanto estava a ver as notícias, vi que no país vizinho existe uma cidade que está quase equivalente às nossas cidades.

Aqui vai:

Aqui não há polícia, todos têm trabalho e o salário é bom

 É Marinaleda: o paraíso da democracia socialista em Espanha.

Discretamente erguida no centro de Andaluzia, a província mais a sul de Espanha, está uma cidade onde não existe nenhum polícia. Nem é preciso: Marinaleda não assiste a nenhum crime desde 1979.

Na verdade, houve um em agosto do ano passado. O presidente da Câmara, Juan Manuel Sánchez Gordillo, presidente da Câmara de Marinadela desde 1979, organizou um protesto e assaltou supermercados. Depois entregou todos os artigos roubados à população pobre. Mas segundo ele, tal não passou de um “ato de desobediência não violento”. Também não existem desempregados em Marinaleda. Aqui todos trabalham numa cooperativa agrícola e recebem um salário de 1200 euros mensais.

E ainda, ninguém perde a casa por culpa da crise. Gordillo tem a solução: todos têm autorização para construir um lar gratuitamente e a câmara oferece mesmo os materiais para a obra e entrega um subsídio de 195 euros por cada metro quadrado. Depois, são pagos quinze euros mensais até ao fim da vida. Não podem vender a casa para benefício próprio.

 “Precisamos de repensar os nossos valores, o consumismo da sociedade, a importância que damos ao dinheiro, o egoísmo e o individualismo”, aconselha o presidente da Câmara.

Ou seja, isto é uma cidades que está quase a chegar aos nossos níveis.

Claro que depois acordo e volta tudo ao normal, mas vale sempre a pena sonhar.

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publicado às 11:28

MÃE

por jl, em 29.05.15

ser_mae.pngBoas.

Hoje enquanto escrevo estas linhas estou com umas dores de cabeça daquelas. Isto é o meu espírito de Pai grávido a falar. É nestes momentos em que me torno um católico acérrimo e dou graças a Deus por os homens não ficarem grávidos pelo menos fisicamente.

Acordar com náuseas, andar cansada, com os pés inchados e fazer xixi de dez em dez minutos (e estou a ser simpático) é realmente daquelas coisas que se esquecem perante a felicidade de ter um bebé; porque não é nada fácil.

Os homens ( e contra mim falo) gostam de ter a mania de serem as pessoas fortes da nossa sociedade, mas as mulheres e muito especialmente as mães, são seres que realmente nos superam de longe.

 Por isso, deixo um beijo muito especial para todas as mães e em particular para a minha mãe e para a minha Maria que brevemente trará a este Mundo os nossos genes.

Temos que aproveitar os momentos quando podemos estar com as pessoas que gostamos, porque quando partirem apenas ficam no nosso coração. Eu sei que estou a ser um pouco lamechas mas há coisas que vem de dentro de nós e penso que a sinceridade é o melhor argumento que se pode colocar em cima da mesa.

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publicado às 10:55

Pode calhar a qualquer um

por jl, em 28.05.15

velhice.jpgBoas. Hoje li uma carta de uma mãe com a doença de Alzheimer para a sua filha. Aqui vai:

“Querida filha,
Ouve com atenção o que tenho para te dizer. O dia em que esta doença se apoderar totalmente de mim e eu não for mais a mesma, tem paciência e compreende-me. Quando eu derrubar comida sobre a minha roupa e me esquecer como calçar os meus sapatos, não percas a tua paciência.
Lembra-te das horas que passei a ensinar-te essas mesmas cois…as.
Se ao conversar contigo repito as mesmas palavras e tu já sabes o final da historia, não me interrompas e ouve-me. Quando eras pequena tive que te contar mil vezes a mesma historia para que dormisses.
Quando fizer as minhas necessidades em mim, não sintas vergonha nem fiques brava, pois não me posso controlar. Pensa em quantas vezes, quando eras uma menina, te limpei e te ajudei quando tu também não te podias controlar.
Não te sintas triste ao ver-me assim. É possível que eu já não entenda as tuas palavras, mas sempre entenderei os teus abraços, os teus carinhos e os teus beijos.
Desejo-te o melhor para a tua vida com todo o meu coração.tua mãe!”

 

Muitas pessoas poderão não entender estas palavras, mas seria bom lembrarmo-nos que esta situação poderá acontecer a qualquer um.

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publicado às 18:55

Direitos das futuras mães

por jl, em 27.05.15

850_400_direitos-das-maes-trabalhadoras.jpgOlá.

Hoje deixo aqui um artigo que nos fala sobre os direitos das futuras mamãs e papás. Aqui vai:

Direitos das mães trabalhadoras: quais são?

Se está grávida ou foi mãe há pouco tempo e quer fazer valer os seus direitos (nem sempre respeitados) o melhor é conhecê-los. Saiba quais são os direitos das mães trabalhadoras

QUAIS SÃO?

A legislação não deixa margem para dúvidas e o Código do Trabalho, no capítulo dedicado à Parentalidade estipula todos os direitos dos pais e mães trabalhadores.

Para começar importa perceber são definidos os três conceitos aplicados às futuras mães ou já mães trabalhadoras. Assim no artigo 36.º define-se a “trabalhadora grávida”, como sendo “a trabalhadora em estado de gestação”, a  “trabalhadora puérpera”, como a “parturiente e durante um período de 120 dias subsequentes ao parto” e, por fim a  “trabalhadora lactante”, aquela que “amamenta o filho”. O mesmo artigo estipula que para que os pressupostos de protecção da parentalidade sejam aplicáveis as trabalhadoras devem comunicar o seu estado ao empregador, nos prazos e nos termos estabelecidos definidos para cada um dos três conceitos.

LICENÇA

Entre os principais direitos das mães trabalhadores consta o direito a “por nascimento de filho, a licença parental inicial de 120 ou 150 dias consecutivos”, sendo que esta pode ser partilhada com o pai após o parto, sem qualquer prejuízo para os direitos da mãe, como define o artigo 40.º.

Esta licença é ainda “acrescida de 30 dias, no caso de um dos progenitores gozar em exclusivo, um período de 30 dias consecutivos, ou dois períodos de 15 dias consecutivos”, após o período de gozo obrigatório pela mãe, antes do parto, como estabelecido no artigo 41.º. O mesmo artigo diz também que é obrigatório que a mãe usufrua "de seis semanas de licença a seguir ao parto”.

AMAMENTAÇÃO

Está também prevista a “dispensa para amamentação ou aleitação”, no artigo 47.º, durante o tempo em que durar amamentação/ aleitação e por dois períodos distintos, “com a duração máxima de uma hora cada, salvo se outro regime for acordado com o empregador”. Caso se trate de nascimentos múltiplos esta dispensa soma mais 30 minutos por cada gémeo.

DOENÇA

Em caso de doença ou acidente a mãe (ou o pai) têm também direito a faltar ao trabalho, até 30 dias por ano ou durante todo o período de eventual hospitalização para assistência a filhos menores de 12 anos ou portadores de deficiência ou doença crónica ou a filhos com mais de com 12 (ou mais) anos de idade desde que faça parte do seu agregado familiar, até 15 dias por ano (artigo 49.º).

FALTAS

No código do trabalho está ainda previsto o direito a faltas, com uma duração até quatro horas uma vez por trimestre, para deslocações ao estabelecimento de ensino do filho/filha para que se possa inteirar da situação educativa do mesmo.

EM CASO DE DESPEDIMENTO

Um dos aspetos mais importantes da legislação aplicável à protecção da parentalidade está relacionada com a reintegração das profissionais (agora também mães) após a licença de maternidade. O artigo 63.º prevê mesmo os direitos de protecção em caso de despedimento. Aqui pode ler-se que em caso de despedimento de uma trabalhadora grávida, puérpera, lactante ou em licença parental sem que se verifique o “parecer prévio da entidade competente na área da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres” é considerado sem justa causa.

Informe-se! É importante !

Em caso de dúvida, pode ainda consultar-se a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT).

Toda a informação que se possa ter nunca é demais.

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publicado às 14:55

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A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

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