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Sopa não é contraceptivo

por jl, em 18.11.16

sopa.pngBoas.

Daqui a pouco está na hora jantar e o que se vai papar? Vocês devem estar a pensar numa sopinha, correcto? Errado. Porque comer sopa é uma pouca vergonha. E para comprovar isso mesmo deixo aqui um artigo que diz mesmo isso. Cá vai ele:

 

Mulher encontra “pénis” na sopa

Akousa pediu testes de ADN para perceber o que se passou.

Uma mulher ganesa foi buscar uma sopa a um restaurante de take-away quando o insólito aconteceu. Dentro da comida, estava uma salsicha que se assemelhava a um pénis humano. Tudo terá acontecido quando Akousa (acho que ela disse às amigas (encontrei uma kousa na sopa do outro mundo) já tinha comido cerca de dois terços do Tuo Zafi, um prato tradicional do Gana: "Fui buscar comida e escolhi o Tuo Zafi que levei e comi em casa", afirmou aos media locais, acrescentando que "já tinha comido a toda a outra carne" (a outra!!) quando percebeu "a forma estranha que este pedaço tinha". O pedaço em causa foi levado até ao laboratório de um amigo, mas já não havia uma forma simples de perceber se a carne era humana, uma vez que tinha sido cozinhada.  Para descodificar o problema, seria então necessário um teste forense: "Devido aos processos burocráticos acabei por desistir", confessou ao site 3news.com.

Eu já uma vez tinha lido uma história que na Namíbia uma senhora tinha ficado grávida a comer sopa. Na altura pensei que era brincadeira, mas agora já me começo a acreditar.

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publicado às 20:41

A morder o anzol

por jl, em 18.11.16

img_818x455$2016_11_17_18_57_56_576609.jpgBoas.

Que esteja tudo bem aí desse lado. O Homem possui uma imaginação fértil. A comprovar isso mesmo deixo aqui uma história que nos chega da Terra do tio Fidel. Cá vai:

Usam preservativos para apanhar peixe

Cubanos utilizam método de pesca um pouco insólito.

Vários pescadores cubanos descobriram uma forma inovadora - e ao mesmo tempo insólita - de pescar. São cada vez mais os adeptos de balloon fishing (pesca com balões): uma técnica que envolve encher preservativos para ficarem com tamanho de balões e colocá-los na ponta de uma cana de pesca. Não se sabe ao certo quando é que a prática foi adoptada pelos pescadores locais, mas estes acreditam ser a forma mais eficiente de pescar, aliando-se o facto do preço dos preservativos em Cuba ser muito baixo. Apesar de muitos cubanos não terem capacidade financeira para comprar peixe, os restaurantes privados de Cuba, a crescente classe média-alta e os milhares de estrangeiros que vivem na capital Havana fazem com que haja uma procura crescente de peixe. Num país onde o salário médio ronda os 25 dólares (23,5 euros) por mês, uma pescaria pode salvar uma família da miséria, já que cada quilo de peixe chega a valer 1 dólar (94 cêntimos).

E assim se vê como os peixinhos estão a diminuir a olhos vistos. Com preservativos na água e falta de apoio social não dá para os peixes andarem a morder no «anzol».

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publicado às 16:45

Olha o cavalinho!!

por jl, em 18.11.16

img_818x455$2016_11_17_16_57_50_576575.jpgBoas.

Ontem li uma notícia a qual dizia que um professor andava a traficar droga. Pois bem, hoje li uma peça a qual está uma interveniente que devia ser aluna desse professor. Cá vai:

Viveu como um cavalo durante sete anos

Mulher galopava, andava em quatro membros e comia erva.

Kate Havord, uma escocesa de 47 anos, confessa que viveu sete anos da sua vida como se fosse um cavalo (a droga é um flagelo bem grande). O insólito aconteceu quando a mulher era ainda uma criança, entre os seis e os 13 anos (ou seja existem crianças que se nota que tem uma pancada desde novinhas), e acreditava que o "espírito de um cavalo" tinha incorporado nela. A mulher viveu toda a infância numa grande quinta com muitos animais, sempre gostou de imitar os cavalos, e chegou mesmo a usar recipientes dos cremes de rosto da mãe forrados a cortiça para imitar os cascos do animal. "Foi como se o espírito de um cavalo entrasse em mim. Sentia-me livre e poderosa" conta a mulher ao jornal Metro, sendo que deve ter contado isto antes de ser internada. Kate habituou-se a andar apoiada nos quatro membros e a ir comer à horta dos pais. "Eu mordiscava alguns vegetais, brócolos e até mesmo erva" afirma a mulher. A mulher diz que nunca acreditou ser um cavalo de verdade (era um cavalo a fingir, digo eu), apenas acreditava que tinha o espírito de um. Esta situação piorou quando a irmã mais nova também se juntou a esta fantasia (ou seja só faltava ter uma carroça em casa, porque já havia uma dupla para a puxar). Aos 13 anos, o pai de Kate, Conrad Phillips, um conhecido actor britânico, resolveu acabar com a brincadeira. "Andava eu a cavalgar pela vizinhança quando o meu pai veio ter comigo com a sua voz de actor (o que será uma voz de actor?) e disse-me: "Chega uma altura, minha querida, em que todas as meninas têm de pôr os seus cascos de lado", confidencia a mulher à mesma publicação. Com estas palavras do pai, Kate diz que sentiu o espírito do cavalo desaparecer e deixou de se sentir um animal, para passar a viver como uma criança normal.

Nesta história só admiro o poder de observação do pai. Só demorou sete anos a ver esta situação. Pelo menos teve uma coisa de bom. Com a filha com este comportamento, o senhor poupou um dinheirão em jardineiros. Quando era para comer a relva era só dizer: o Kate esta na hora de jantar!!

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publicado às 09:25


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