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Uma questão para debater

por jl, em 11.01.17

gravidez.jpgBoas.

Hoje li uma peça deveras interessante. Cá vai ela:

Homem britânico com 20 anos será o primeiro do seu país a dar à luz

Hayden Cross, rapaz britânico de 20 anos, será o primeiro no seu país a dar à luz. Hayden nasceu rapariga, mas já há três anos que vive como rapaz. Contudo, apesar de estar em tratamentos hormonais, o jovem decidiu não terminar já o seu processo de transição para que possa ter o filho.

O futuro pai que vive em Gloucester, Inglaterra, está de quatro meses depois de ter conseguido encontrar um dador de esperma no Facebook (um belo sítio para encontrar tudo que se imagina). Antes de engravidar, Hayden tentou congelar os seus óvulos, mas tal pedido foi-lhe negado.

Assim que tiver o filho, irá terminar a sua transição para homem, através da remoção dos seios e dos ovários.

“Quero que o bebé tenha o melhor. Eu vou ser um ótimo pai” (e mãe digo eu), garantiu ao The Sun. Apesar de estar feliz por concretizar o desejo de ser pai, Hayden admitiu não se sentir totalmente confortável, pois ao mesmo tempo está a lidar com mudanças físicas.

“Descobri que estava grávido duas semanas após o esperma ter sido inserido. Foram emoções confusas. Foi como se tivesse dado a mim mesmo uma coisa, mas ao mesmo tempo tivesse tirado outra”, adiantou.

Uma curiosidade, se a criança tiver que mamar no peito como será? Se bem que hoje em dia uma situação destas seja esquisita e mesmo estranha, isto será daquelas coisas que para o futuro será mais recorrente e que irá com certeza levar a imensos debates porque não é só uma criança nascer, é também o desenvolvimento desta e as possíveis consequências.

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publicado às 17:06

Não é de engolir

por jl, em 11.01.17

prozac.jpgBoas.

Naqueles dias em que uma pessoa anda mais em baixo e que apetece tomar um antidepressivo aconselho a ler este artigo. Cá vai ele:

Urna da actriz  Carrie Fisher teve forma de comprimido antidepressivo

A urna que guardou as cinzas de Carrie Fisher teve a forma de um comprimido Prozac. "Era uma antiguidade de porcelana dos anos 50, e um dos seus bens mais queridos", revelou o irmão da actriz. Humm eu sou mesmo ajuizado!

Se a vida da "Princesa Leia" foi recheada de bom humor, o seu funeral não foi diferente. É que as cinzas da actriz, que morreu a 27 de Dezembro, aos 60 anos, na sequência de um ataque cardíaco a bordo de um avião, foram colocadas numa urna com forma de comprimido Prozac, um antidepressivo associado à sua doença bipolar. Isto já ajuda a explicar alguma coisa.

O irmão de Fisher, Todd, explicou ao "The Hollywood Reporter" que o objecto "era uma antiguidade de porcelana dos anos 50, e um dos bens mais queridos da Carrie". "Ela comprou-o há muitos anos, adorava-o e tinha-o lá em casa. Não encontrámos nada mais apropriado. A Carrie gostaria que assim fosse, era a sua coisa preferida", assegurou. Ou seja ela não disse, mas o seu irmão (de certeza que muito ajuizado) achou que ela assim iria querer.

Em vida, Fisher sempre foi aberta em relação à doença bipolar, que lhe foi diagnosticada aos 24 anos. "Eu sou mentalmente doente. Posso dizer isso. Não tenho vergonha. Sobrevivi a isso e continuo a sobreviver. Venha ela (a doença)", atirou, numa entrevista.

A actriz da saga "Star Wars" teve um funeral privado em Beverly Hills, Los Angeles, EUA.

Ainda bem que era um comprimido de Prozac. Olha se era um supositório!!

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publicado às 09:00


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