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Graças a Deusss!

por jl, em 07.06.17

iurd.png

Boas.

Agora que o Mundo está cheio de maldade, muitos chefes de Estado deveriam olhar para a religião e ver o que de melhor ela tem e ter uma atitude positiva perante os factos que se lhe colocam. Claro que isto é mediante a religião, porque em alguns templos está sujeito a vir de lá com um olho negro. Cá vai a história:

 Zaragata na IURD acaba com fiel no hospital

Queixa à PSP por espancamento de segurança, que a Igreja nega.

Uma crente da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) apresentou queixa à P.S.P. por agressões de que diz ter sido alvo durante uma celebração no templo do Porto.

 A queixosa, de 61 anos, aponta o dedo em especial a um homem que identificou como "segurança". Refere ter sido agarrada, empurrada até cair ao chão e manietada com um joelho no peito, necessitando de tratamento hospitalar. A IURD diz que "desconhece que tenha havido qualquer agressão à senhora" e acusa-a de mau comportamento.

Será que o Trump também é da IURD? Como ele só pensa em bater já não digo nada.

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publicado às 17:17

Quase, quase igual!

por jl, em 07.06.17

suecia.png

Boas.

Hoje ao ler um artigo interessante no site Observador fiquei com uma vontade imensa de ser sueco. Vamos lá então, ou como se diz em sueco Ungelatti dum ursk.

“Se um político sueco é apanhado a andar de táxi vira manchete de jornal”

A jornalista Cláudia Wallin vive na Suécia desde 2003 e escreveu um livro sobre uma cultura política em que a transparência é tal que a corrupção (quase) se limita à compra de chocolates e amendoins.

Os deputados andam de transportes públicos, dormem em apartamentos de serviço de 18 metros quadrados quando precisam de ir à capital e lavam a roupa no parlamento. E o primeiro-ministro lava e passa a sua roupa e trata das limpezas domésticas nos intervalos da governação. É esta a vida dos políticos na Suécia, país onde o último grande escândalo político está relacionado com a compra de duas viagens de comboio e um pacote de amendoins por um deputado, e onde uma vice primeira-ministra já perdeu o cargo por ter comprado um chocolate com um cartão de crédito do governo.

Tudo começa nas escolas, onde rapazes e raparigas aprendem a cozinhar, a costurar e a lavar roupa, mas também a argumentar e a ter opiniões.

A Suécia é um país que não oferece luxo nem privilégios aos seus políticos. Existe uma consciência muito clara entre os suecos de que os políticos são eleitos para servir e não para serem servidos.

Na Suécia, os políticos vão de autocarro para o trabalho, moram em apartamentos de serviço de até 18 metros quadrados. Os parlamentares não têm direito a carro com motorista nem reforma vitalícia, nem plano de saúde privado e principalmente não têm imunidade parlamentar. E esses apartamentos de serviço dos deputados, que se podem ver nas reportagens televisivas, são um capítulo à parte. Visitei vários prédios de apartamentos de serviço na capital sueca. Esses apartamentos não têm nenhum tipo de comodidade, como máquinas de lavar loiça, máquina de lavar roupa. As lavandarias são comunitárias e ficam na cave dos prédios, e é lá que os deputados lavam e passam as próprias roupas.

De certeza que a jornalista não está a falar de Portugal?

Na primeira reportagem da série que Cláudia Wallin produziu para a TV Bandeirantes é possível ver o interior dos apartamentos de serviço usados pelos deputados suecos quando se encontram na capital, Estocolmo

As crianças são educadas para serem independentes. Os rapazes e as raparigas têm aulas de como usar máquinas de lavar — como lavar as roupas de lã, como lavar as roupas de algodão. Depois, as escolas estão equipadas com cozinhas industriais e todos, rapazes e raparigas, aprendem a cozinhar na escola. Eu tenho três enteados e eles todas as semanas aprendem na escola a fazer um prato diferente. Cozinham juntos, têm aulas de orçamento doméstico, aprendem também a equilibrar o orçamento doméstico. Numa das reportagens uma professora diz-me: “A nossa intenção é deixar muito claro que não há nada que só a rapariga tenha que fazer ou que só o rapaz possa fazer”. Eles são educados de uma maneira totalmente igualitária e a divisão de tarefas domésticas na sociedade sueca é um facto.

Aqui também é assim. Prontos, depois de acordar a realidade é um bocadito diferente, mas isso é só um pormenor.

Na Suécia, talvez um dos exemplos mais notáveis dos baixos níveis de corrupção seja o facto de um dos últimos grandes escândalos ter sido o famoso “caso Toblerone”, em que a vice-primeira-ministra teve de deixar o cargo depois de ter usado o cartão de crédito do governo para comprar uma barra de chocolate e alguns produtos pessoais.

Aqui é parecido. Um deputado era capaz de ser falado por comprar a fábrica da Toblerone com o dinheiro dos cidadãos para seu proveito!

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publicado às 09:09


A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

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