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Papinha boa, ou não!!

por jl, em 30.09.17

atum.jpgBoas.

Agora que está a chegar a hora de almoço estava a pensar em comer um atunzinho com uma salada. Estava só a pensar, porque depois do que li acho que perdi um bocadito o apetite. Cá vai:

Atum estragado e adulterado com nitratos para parecer fresco causa alerta alimentar na europa

O executivo comunitário está a investigar a venda de peixe adulterado o qual pode parecer vermelho e fresco mas que terá provocado centenas de intoxicações em vários países da Europa. O produto era vendido por empresas espanholas e utilizado para fazer, sobretudo, refeições de sushi à venda em restaurantes e supermercados.

A União Europeia (UE) pediu a Espanha, país fornecedor do atum que provocou vários casos de intoxição em vários estados-membros, que tome medidas urgentes contra a fraude alimentar com atum adulterado.

A origem desta crise está em lombos de atum descongelados vendidos como frescos em Espanha e que não foram preservados em conformidade com as exigências da lei europeia sobre preservação de alimentos. Sabem aqueles dias que se anda de caganeira e uma pessoa diz que não comeu nada de especial? Pois.

Segundo o jornal espanhol El País, nesse peixe é injetado nitratos, extrato de beterraba e partículas de outros vegetais para que a comida pareça mais fresca. Esses aditivos contêm químicos que alteram a cor do peixe, fazendo-o parecer mais vermelho e fresco. A fraude atinge sobretudo a venda de atum, um peixe cada vez mais procurado para fazer sushi vendido em peixarias, restaurantes e supermercados a preços mais baratos, escreve o referido jornal espanhol. Estás a ver Maria o porquê de não comer sushi.

O caso terá sido detetado pelas autoridades europeias em outubro, tendo afetado mais de 25 mil toneladas de atum e gerado lucros de 200 milhões de euros, segundo cálculos da União Europeia.

Ainda segundo dados da Comissão Europeia, os primeiros dois casos de intoxicação alimentar foram detetados em França e Itália e terão sido causados por peixe vendido por uma empresa espanhola. Entretanto, já há pelo menos 171 casos confirmados de intoxicação por atum adulterado na Europa.

O que será preciso para punir exemplarmente as pessoas responsáveis por este caso?

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publicado às 12:58

Aquilo é só coisar!

por jl, em 29.09.17

familia-radford.jpgBoas.

Que esteja tudo bem. E aí está mais um dia de trabalho. Mas tem que ser, até porque em casa tenho um rebento e para além de muito Amor e muito carinho, também a minha pimpolha come e tenho que a vestir entre outras coisas. Mas não sei se será melhor ter um filho e tentar dar tudo o que se pode (e muita gente não pode) ou então tentar uma catraifada (já tinha saudades de utilizar esta palavra) de catraios e tentar viver à custa dos outros. Mas cá vai uma peça que fala disso mesmo:

'Este é o último', diz mãe após dar à luz o 20º filho

Uma família do Reino Unido acabou de ter o seu 20º filho, na quarta-feira, dia 20. Olhe se os meses tivessem 50 dias! Considerada uma das maiores famílias, o casal informou que este será seu último filho. Só 20?

Archie Rowan Radford, que veio ao mundo através de um parto normal que durou cerca de 1 hora, é o membro mais novo da grande família, e deixou todos muito felizes e emocionados Inclusivé, a mãe do bebé publicou nas redes sociais que estava muito feliz com a chegada do novo membro.

Sue, de 42 anos, e Noel pretendem 'fechar a fábrica", e Sue afirma que por um lado fica triste pela sua decisão, mas por outro fica feliz, pois agora enfim ela poderá estar mais com os seus filhos.

Já Noel diz ainda não estar preparado para realizar o procedimento de vasectomia. Este senhor coitadito deve andar cansado!

Eles são pais de: Archie (recém-nascido), Phoebe (1 ano e 1 mês), Hallie (2anos), Casper (4 anos), Oscar (5 anos), Tilie (7 anos), Max (8 anos), Josh (10 anos), Aimee (11 anos), Ellie (12 anos), James (13 anos), Katie (14 anos), os gêmeos Luke e Millie (16 anos), Daniel (18 anos), Jack (20 anos), Chloe (22 anos), Sophie (23 anos), Chris (28 anos).

A família ficou conhecida no Reino Unido, depois de participar de um Reality Show chamado '16 Kid and Couting', um reality informativo, que mostrava a rotina nada comum da família, e dava aos telespectadores diversas dicas de como criar e cuidar de um número tão elevado de filhos.

Sue e Noel conheceram-se na infância, quando Sue tinha somente 7 anos de idade. Os mesmos foram abandonados pelos seus pais biológicos logo que nasceram, e foram adotados por duas famílias do Reino Unido.

Após se conhecerem, não mais de largaram e Sue engravidou de seu primeiro filho, quando tinha apenas 14 anos, no ano de 1989. Apesar da pouca idade de Noel e Sue, eles resolveram ficar juntos e criar o bebé. Depois de 4 anos, veio o segundo filho, e após mais um ano, Sue engravidou a terceira vez. Portanto, foi assim que deu início a essa família tão grande.

Um pequeno exemplo desta família é que todos os dias consome cerca de 18 litros de leite e 3 caixas de cereais no café da manhã, e gasta por volta de 300€ a cada ida semanal ao mercado.

Deve ser «gira» a vida destes pais. Agora que o Natal está aqui à esquina deve ser giro imaginar este pessoal a abrir prendas ou as senhoras (já que parece que ainda é tradição os cavalheiros a comer) a cozinhar.

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publicado às 13:04

Sai um café com leitinho, ou não!

por jl, em 28.09.17

Leite.jpgOlá.

Sabem aquele leite com chocolate que nos ofereciam na escola primária? Pois bem, esse argumento poderá servir para colocar o Estado em tribunal mediante aquilo que ouço. Vamos lá então:

Afinal, será que o leite faz assim tão bem?

Nos últimos anos vários documentários têm vindo a questionar o que sabemos sobre a alimentação e saúde e a levar milhares de nós a adoptar novos estilos de vida

Nos últimos anos multiplicaram-se os relatos de intolerância à lactose (sendo que quando era miúdo nunca se ouviu este tipo de coisas) e a indústria alimentar acompanhou os receios da população com uma panóplia de “laticínios” à base de cereais. Porque bebemos leite? Será que isto faz mesmo bem? As opiniões parecem dividir-se cada vez mais e a resposta está cada vez mais distante de ser unânime.

A ideia de que o leite poderá não só não fazer bem como até poderá fazer mal aos ossos é uma das afirmações polémicas de documentários sobre alimentação. Em vários documentários, alguns médicos reconhecem que o leite está cheio de vitaminas, mas reforçam que estas não se destinam aos humanos. Porquê? Porque a sua função é apenas uma: transformar um bezerro num animal grande e saudável o mais depressa possível. Mas isso só se aplica ao leite, pergunto eu?

Mas continuando, quando os humanos bebem essas vitaminas, pode haver mais prejuizos que beneficios.

No documentário “Forks over Knives”, um dos médicos entrevistados refere um estudo que demonstrou que quanto mais elevado é o consumo de leite e derivados, maior é o índice de osteoporose (doença que afeta os ossos e os deixa mais frágeis), isto é, nos países onde o consumo de leite é maior, a taxa de fraturas ósseas também é maior.

 Quanto à tese de que aumenta o risco de fraturas, a teoria agora na moda é que o leite, quando ingerido, liberta ácido que desequilibra o pH corporal, desencadeando uma resposta biológica: voltar a equilibrar o nível de acidez. Para isso, o nosso organismo vai libertar cálcio, por se tratar de um neutralizador. Como este está armazenado nos nossos ossos, a estrutura óssea acaba por ficar fragilizada. Outra agravante, reclamam os documentários, é o facto de o leite, depois de pasteurizado, se tornar um alimento processado; assim, a sua composição química é alterada e a acidez torna-se ainda maior. Uma pergunta, o que se vai comer e beber depois disto?

Mas continuando em “Cowspiracy”, alega-se mesmo que o leite pode aumentar o risco de tumores nas mulheres, podendo ainda inchar o útero e causar fibroides. Perante tão diferentes informações, o que fazer? António Carneiro, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e que tem procurado desmontar mitos no Centro de Medicina Baseada na Evidência, protagonizou este verão um vídeo para o site Saúde Online, bastante partilhado nas redes sociais. Na opinião deste especialista, é preciso cautela quanto aos resultados científicos, que ainda não foram decisivos. Alguns estudos têm apontado, de facto, para que o leite possa ser prejudicial para os ossos, mas os ensaios clínicos não o confirmaram. “Neste momento não existem bases científicas que nos permitam dizer que o leite faz mais mal que bem à saúde”, disse António Carneiro, que ajuda a desmontar um dos argumentos mais comuns: o facto de sermos a única espécie que bebe leite na idade adulta não permite concluir nada. “Há gatos que comem cozido à portuguesa ou peixe grelhado”, questiona.

Por princípio, diz o médico, é um excelente alimento e pode contribuir para uma dieta equilibrada. Deverá ser evitado por pessoas com deficiência em lactase e que não o toleram, tendo sintomas como muitos gases, cólicas e diarreias. Condição que, isso sim, não parece ser mito: estima-se que afete uma em cada duas pessoas, nuns casos com mais intensidade do que noutros. Até porque conheco pessoal que de leite nada, mas de gases parecem foguetes.

Para a médica Isabel do Carmo, não se colocam dúvidas: “O leite é benéfico” por ser um alimento muito completo e rico e, portanto, é necessário. A especialista em endocrinologia exemplifica mesmo que os países que durante uma parte do ano não têm tanta luz solar, e por isso têm falta de vitamina D, são os que “bebem mais leite e são também aqueles em que a esperança de vida é mais longa”.

Já para Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas, também não há razões para fugir do leite por causa dos ossos, mas fica a ressalva: a saúde óssea é influenciada por diversos fatores: genética, ambiente, estilo de vida, alimentação e exercício físico. “Numerosos estudos demonstram a importância da ingestão adequada de cálcio para a saúde óssea, principalmente durante a infância, encontrando-se descrito que, durante a vida adulta, essa ingestão poderá ter um efeito mais reduzido na perda óssea.” E deixa uma ideia central: “A alimentação deve ser completa, variada e equilibrada.”

Estes artigos que falam sobre a alimentação fazem-me lembrar o fado. Há muitos anos, era a música nacional. Passado uns tempos passou a ser piroso e decadente. Hoje em dia os fadistas são como os impostos, aparecem em todo o lado, mas que esta música caiu no goto de quase todos e até em festivais de Verão agora temos o Fado. Por isso ou é o 8 ou o 80. Quer na alimentação, quer em tudo que nos rodeia.

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publicado às 12:52

De caixão à cova

por jl, em 27.09.17

dinheirinho.jpgCruzes credo.

Hoje venho falar de negócios que são um bocado de caixão à cova.  Sempre ouvi dizer que em terra de cego, quem tem olho é Rei. Pois apresento de seguida um grupo que teve olho. O problema foi quando apareceu alguém que via dos dois olhos. Vamos lá então:

O negócio que se vivia no cemitério de Portimão. Um trocadilho giro; vivia e cemitério!!

Cinco coveiros e o seu chefe revendiam o mármore das campas do cemitério. Um processo disciplinar ditou o afastamento por três meses do mentor do esquema. Havia o bando dos cinco. Aqui era o bando dos seis!

O esquema já tinha um tempito, mas só agora é que motivou a abertura de um processo disciplinar por parte da Câmara de Portimão: cinco coveiros municipais e o respectivo chefe, o encarregado do cemitério, tinham um negócio paralelo de venda do mármore das campas, que era transaccionado assim que era feita a exumação dos corpos. Eles lá pensaram, já que o pessoal vai mudar de casa, deixa vender o «apartamento».

Segundo informações recolhidos por quem sabe, quando se completavam os anos de sepultura legais e os restos mortais eram desenterrados, o responsável pela equipa de coveiros, tratava então da revenda das pedras das campas, designadamente a familiares de pessoas que tivessem falecido há pouco tempo, por valores compreendidos entre 200 e 250 euros.

O responsável  ficou, assim, conhecido como intermediário e facilitador de um esquema em que toda a gente acabava por lucrar: os proprietários dos mármores, regra geral, 100 euros; o coveiro a quem fossem atribuídos os trabalhos de exumação facturava cerca de 60 euros; e o restante ficava para o encarregado do cemitério municipal. Só existia um pequeno problema: era tudo feito sem a autarquia saber como é óbvio, já que teria direito a conservar na sua posse os materiais não reclamados pelas famílias dos mortos, bem como a definir o seu destino.

Mas bastante original é que o encarregado chegou a passar recibos pelos serviços prestados após o levantamento das ossadas.

Devido a uma denúncia  do que se estava a passar no cemitério, a Câmara de Portimão, abriu um processo disciplinar que resultou em 90 dias de suspensão para o encarregado e afastamento com pena suspensa para os coveiros.

Ou seja quem for desses lados e tiver algum familiar para enterrar convém arranjar umas pessoas para abrirem o buraco porque senão depois do choro ainda tem direito a uma sessão de ginásio!!

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publicado às 18:00

Está a ficar tudo extremista?

por jl, em 26.09.17

diferenças.pngBoas.

Agora que está a chegar a hora da paparoca lembrei-me de um artigo que li e que me chamou a atenção. O mesmo falava sobre quem faria pior à saúde se a gordura ou se o açucar. Mas cá vai então:

Alimentação. Quem é o grande vilão: Açúcar ou Gordura?

Quanto mais queremos saber, parece que menos sabemos. É este o estado de espírito depois de se passar em revista os últimos documentários sobre alimentação disponíveis online.

É mais do que sabido que a gordura e o açúcar em excesso fazem mal à saúde mas, entre os dois, qual é o pior? O documentário “That Sugar Film” debruça-se sobre este tema e relembra o início da discussão que já vem de 1955, quando o presidente dos Estados Unidos da América, Dwight Eisenhower, morreu de um ataque cardíaco. O documentário destaca as teorias que surgiram para a doença, com destaque para duas figuras: um cientista americano, Ancel Keys, que dizia que a morte tinha sido causada por uma dieta excessiva em gorduras; e um médico britânico, John Yudkin, que afirmava que os ataques cardíacos resultavam do consumo elevado de açúcar.

Nos anos 70, conta o documentário, as gorduras ganharam a batalha e exoneraram o açúcar, momento em que começaram a ser promovidas dietas baseadas em poucas gorduras (mas cheias de açúcares). O documentário demonstra entã a evolução de um britânico que, ao longo de dois meses, tenta consumir cerca de 40 colheres de chá de açúcar por dia, mas sem recorrer a coisas como gelados ou chocolate. Os resultados são rápidos e notórios: em apenas duas semanas ganha cerca de três quilos, tem alterações de humor e o seu corpo tornou-se dependente do açúcar para funcionar, como se fosse uma  droga. Já no documentário “Fed Up” é afirmado que o açúcar é oito vezes mais viciante que a cocaína. Um documentário que se estreou este ano, “What the Health”, torna a apontar baterias às gorduras e alega mesmo que a diabetes - doença tradicionalmente associada ao açúcar - tem origem, em primeiro lugar, no excesso de matéria adiposa. Porquê?

A diabetes resulta de uma incapacidade de manter os níveis de glucose (açúcar) no sangue e surge ou quando o pâncreas não produz insulina suficiente para gerir este processo devido a uma condição imunitária (tipo 1) ou quando o sistema não funciona normalmente por outros motivos (tipo 2).

É a insulina que promove o processo de passagem da glucose do sangue para as células musculares, onde a mesma é transformada em energia.

De acordo com os médicos que foram ouvidos em “What the Health”, mais do que o açúcar em si, no caso da diabetes tipo 2 é a gordura acumulada que trava esse processo. Mas será este mais um mito? Neste caso, apesar de o documentário ter motivado reações de surpresa, não parece.

No site britânico Diabetes UK, de sensibilização e promoção de saúde, também é afirmado que o açúcar não causa diretamente a diabetes tipo 2, que é mais provável se a pessoa for obesa. A questão é que isto não significa que haja um livre-trânsito para consumir açúcar: o risco de excesso de peso aparece quando se consomem mais calorias do que aquelas que se gastam, e alimentos e bebidas açucaradas são grandes fontes calóricas.

Continuam a aparecer estudos, em que os especialistas ressalvam que uma dieta equilibrada será sempre a melhor opção para todos, sendo de evitar produtos processados - como açúcares ou gorduras.

Este verão, um trabalho da McMaster University, em Ontário, alertou para os riscos associados ao excesso de hidratos de carbono refinados, como o açúcar, enquanto uma dieta com alguma gordura (até 35% da ingestão diária) parecia ter um efeito protetor da mortalidade prematura. Atualmente, a roda alimentar recomenda diariamente 1 a 3 porções de gorduras e óleos e 4 a 11 porções de cereais e derivados e tubérculos.

“À semelhança da ingestão excessiva de açúcar, o excesso de consumo de gordura saturada pode aumentar o risco de resistência à insulina e diabetes tipo 2”, diz Alexandra Bento. Já Isabel do Carmo assinala que a doença não é causada diretamente nem pelas gorduras nem pelo açúcar, mas sim por vários fatores, relembrando ainda assim que “os excessos de açúcares são um dos fatores importantes para desencadear”.

Na batalha travada entre gorduras e açúcares, a especialista afirma que existem vários documentos a favor de um e de outro. Um dos problemas para as melhores escolhas alimentares é o facto de o açúcar, que pode ser bastante prejudicial para a saúde, poder passar despercebido: existe mesmo nos alimentos que aparentemente “não são doces”. Já alguém se lembrou de ver quanto açucar um pão contém?

Moral da história. Não convém exagerar na comida. Mas isso é como na vida. E hoje em dia está tudo a ficar extremistas. Não se pode comer nada, não se pode beber nada, não se pode fazer nada basicamente.

Os extremos fazem mal, mas a nossa essência enquanto humanos é viver e se possível com alegria.

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publicado às 12:55

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A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

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