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Homens. Esses desgraçados

por jl, em 22.02.17

tadito.jpgOlá.

Desde os tempos de Adão e Eva que os homens (coitaditos) são tratados de uma maneira geral (não estou a falar de ti Maria. Quero jantar logo!!) muito má. Para comprovar isto mesmo, aqui deixo uma pequena história. Cá vai ela então:

Lisa Lee, de 25 anos, natural de Ashington, no Reino Unido, dormia ao lado do namorado, Lewis Little, também de 25 anos, quando foi acordada por uma série de barulhos e roncos estranhos. Achando que Lewis estava ressonar, deu-lhe um pontapé para que parasse com os barulhos (só por aqui dá para ver o que os homens sofrem!!). Só depois descobriu que, na verdade, o namorado estava morto. "Dei-lhe uns pontapés e disse-lhe para estar calado. Depois é que senti que os lençóis estavam molhados e que alguma coisa tinha que estar mal. Acendi as luzes e vi que o Lewis tinha a cara roxa. Não estava a respirar", conta Lisa ao jornal inglês Metro. Em choque, a jovem chamou uma ambulância. Ficou horrorizada ao descobrir que o namorado já estava morto há várias horas e que os roncos que lisa ouviu eram resultado do ar que saía do cadáver e passava pelas cordas vocais.

Lewis Little tinha sido diagnosticado há pouco tempo com Síndrome de Brugada, uma doença genética que afecta o coração e que pode causar ritmos cardíacos anormalmente rápidos e arritmias, resultando em desmaios e, em casos extremos, paragem cardiorrespiratória. O jovem tinha pedido para ter um desfibrilhador em casa mas o pedido foi negado, depois dos médicos que acompanhavam Lewis considerarem que este era um doente de "baixo risco". Lisa Lee está devastada. O casal tinha sido pai de Tyler há puco mais de um ano e vivia "uma vida familiar perfeita"(o pobrezito levava pontapés e depois viviam uma vida perfeita!). "O Lewis era a minha alma gémea. Já estávamos a preparar o nosso casamento. Sinto-me ingénua por achar que uma coisa assim nunca seria possível acontecer", lamenta a jovem. Agora, Lisa quer que mais ninguém passe pelo mesmo horror e começou uma petição online para que os doentes com Síndrome de Brugada possam pedir um desfibrilhador sem necessidade de recorrer à autorização de um médico. "Não consigo mudar o que aconteceu à minha família, mas quero salvar outras de passarem pelo mesmo por causa do Brugada", conclui.

Moral da história. Nunca se deve dar pontapés ao elemento masculino. Se ele estiver morto não se queixará muito, mas mesmo assim nesse estado os cavalheiros deverão ser tratados com mais carinho.

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publicado às 08:49



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