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Obras lá em casa não é comigo

por jl, em 16.07.17

agressao.jpgOlá.

Eu sempre ouvi dizer que os homens eram uns desgraçados e que coitadinhos de nós nas mãos de uma mulher estávamos tramados. Mas agora para além das suspeitas já dá para ver provas concretas. Cá vão elas então:

Denunciou maus-tratos da sua mulher e foi ridicularizado pela Policia. Morreu esfaqueado

Alfredo Turcumán, de 28 anos, morreu na passada este mês que passou em San Juan, na Argentina, depois de ter sido esfaqueado no coração. A principal suspeita do crime é Claudia Moya, a mulher de Alfredo. O caso está a chocar o país, já que Alfredo chegou a apresentar queixa de violência doméstica na polícia, mas foi ridicularizado pelos agentes.

"És um maricas e um cobardolas", disseram os agentes da polícia quando Alfredo denunciou as agressões físicas da mulher, segundo o jornal argentino La Nacion.

Claudia, que entretanto já tinha antecedentes criminais, foi acusada de homicídio e detida. A jovem de 23 anos está grávida.

Segundo familiares da vítima, a relação do casal era "conflituosa e com episódios violentos" e Alfredo frequentemente aparecia com marcas de agressões. Claudia também apresentou, a dada altura, uma queixa de violência doméstica contra o marido. Aquela casa devia ser engraçada. Estilo ringue!

No dia 13 de Junho, Alfredo deu entrada no Hospital Rawson com um ferimento grave no peito. Na altura, a mulher disse que Alfredo se feriu sozinho enquanto arranjava uma porta, mas os médicos viram que o ferimento era demasiado profundo e tinha sido feito com uma faca. Podia estar a arranjar a porta com uma faca digo eu!

Além disso, o jovem tinha outros ferimentos na cara, no couro cabeludo e nas costas. A polícia concluiu mais tarde que a porta que Alfredo alegadamente estava a arranjar, estava em perfeitas condições. A imprensa argentina avança que Claudia confessou o crime, alegando ter esfaqueado o marido em legítima defesa.

Alfredo foi operado e teve de receber mais de 10 transfusões de sangue mas acabou por morrer no dia 22, após vários dias nos cuidados intensivos do hospital.

É por isso que um dia que lá em casa tenha alguma porta para arranjar já sei, chamo um carpinteiro. Antes ele do que eu.

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publicado às 09:10



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