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Que dizer??

por jl, em 05.10.16

img_757x498$2016_10_04_13_16_55_567857_im_63611183Boas.

Que estejam bem os leitores e leitoras destas linhas. Para não variar muito deixo aqui mais uma peça que enquanto pai me dá a volta ao estomago. Cá vai:

Bebé morre após pai o ter deixado sete horas trancado no carro

Criança esteve exposta ao calor enquanto o pai trocava mensagens de cariz sexual.

 Justin  Harris está acusado de ter deixado o seu filho, de 22 meses, trancado no carro ao calor, até o menino sufocar. De acordo com a acusação, Justin deixou o bebé trancado no carro durante sete horas seguidas (?), depois de se esquecer de deixar o filho no infantário e de o levar consigo até ao trabalho. A acusação afirma ainda que Justin deixou o filho propositadamente sozinho no carro e mostra uma mensagem que o acusado trocou com uma mulher: "Eu amo o meu filho, mas nós os dois precisamos de escapes", escreve Justin. O pai da criança defende-se dizendo que a morte do filho foi um trágico acidente (principalmente para o petiz)e que não reparou que o filho estava no banco de trás do carro quando saiu apressado para o trabalho.  Boring, advogado de acusação, diz que as câmaras de vigilância do local onde Justin trabalhava o filmaram a estacionar de traseira no parque de estacionamento o que o obrigou a olhar para trás e a ver a criança. Na sua pausa para almoço o pai do bebé voltou ao carro para deixar um saco o que impossibilita a sua versão de que não reparou no bebé. O advogado vai ainda mais longe e acusa Justin de ter trocado 30 mensagens com uma mulher ao longo do dia, a maior parte sobre sexo. "Harris estava insatisfeito com o casamento com a mãe do filho e obcecado em encontrar outras parceiras", afirma. Um mês depois da morte do filho, Justin encontrou-se com prostitutas e tentou persuadir uma menor a ter sexo com ele mandando-lhe fotos dos genitais. Justin Harris está acusado pelo tribunal do homicídio do filho e de mandar fotos e mensagens de cariz sexual a menores. Enfrenta uma pena de prisão perpétua. O advogado de acusação não concorda com a pena, uma vez que afirma que quando as autoridades chegaram ao local do crime, Justin não se preocupou com o filho, não quis saber o que se passava, só reclamou do calor que se fazia sentir no carro de patrulha. Algo que, segundo Boring, demonstra a sua frieza.

Sinceramente o que este «cavalheiro» fez fora da situação do filho a mim não me incomoda porque isso é um problema pessoal dele. Mas deixar uma criança a cozer na viatura é algo de indescritível e que me faz duvidar da sanidade mental de uma pessoa. Chamar pai a uma pessoa destas é exagerado.

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publicado às 07:49



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