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Trágico

por jl, em 13.11.16

img_818x455$2016_11_12_23_23_57_575586_im_63614589Boas.

Hoje venho aqui deixar aqui uma notícia que vinha do Correio da Manhã de hoje e que é sempre triste. Cá vai:

Atropelamento mata jovem

Equipa da VMER surpreendida ao reconhecer menino, filho de uma colega do hospital.

Atravessava a rua em direcção à paragem de autocarro

O alerta chegou às 10h26 e de imediato uma equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital Pedro Hispano seguiu para o local. Um menino acabava de ser atropelado na rua de Gondivai, em Leça do Balio, Matosinhos. Ao chegar, a enfermeira ficou em choque: a vítima era o filho de uma colega e amiga. Estava prostrado, em paragem cardiorrespiratória. Tiago não resistiu. Tinha 13 anos. Ao que o CM apurou, o adolescente seguiria a ouvir música nos auscultadores. Atravessava a rua em direcção à paragem de autocarro quando foi atingido por um carro. A condutora travou bruscamente, mas já não conseguiu evitar o embate. "Ele começou a correr e atravessou a rua. A mulher travou, mas não adiantou. O capô e o vidro do carro ficaram destruídos", conta ao CM Rui Brito, testemunha do acidente. O rapaz foi assistido pela equipa médica e uma das socorristas reconheceu-o: era o filho de Eduarda, também enfermeira no Pedro Hispano e que integra equipas de VMER do INEM. A mãe foi avisada e acorreu em auxílio do filho. Vizinhos contam que, apesar de totalmente abalada, também tentou ajudar no socorro. "Eu tinha ido à mercearia e, quando voltei, vi o aparato todo. Os pais estavam em choque, choravam agarrados um ao outro. Reparei que a mãe ainda entrou na ambulância e foi buscar os aparelhos todos de socorro", afirmou a moradora Maria Cardoso. Tiago foi transportado, acompanhado pela mãe, para o Hospital de São João, no Porto. Acabou por não resistir aos graves ferimentos. O caso deixou em choque toda a estrutura do Pedro Hispano e o próprio INEM, que mobilizou psicólogos e publicou uma extensa nota de condolências no Facebook: "É uma chamada que nunca, mas nunca, estaremos preparados para receber. É um dia profundamente triste para o INEM", pode ler-se na nota.

Ao contrário do que se disse em primeiro lugar a mãe do miúdo não estava de serviço mas é daquelas coisas inimagináveis para qualquer Pai. E mesmo no Hospital Pedro Hispano nota-se uma tristeza na cara dos profissionais porque é daquelas coisas que marca sempre.

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publicado às 08:35



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