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Uma dor aqui, uma dor ali

por jl, em 19.10.17

dor.jpegBoas.

Enquanto vinha aqui para o computador a mesa da sala não se desviou do meu pé e então o pé coxinho fez um sucesso aqui em casa. O que em parte foi «engraçado» é que apesar de isto acontecer ao meio do dia deu para ver estrelinhas. E depois disto me acontecer lembrei-me de um artigo que li e que falava sobre a dor. Cá vai ele:

Dez factos sobre a dor que por vezes nos passam ao lado

Da dor forte à dor que quase não se sente, passando pela ausência total de dor. Toca a saber mais sobre o corpo humano.

Sentir dor é uma experiência naturalmente desagradável e que, por norma, afeta qualquer pessoa, podendo ser sintoma de uma doença ou mesmo, em casos crónicos, ser a própria doença, tendo um impacto bastante negativo na qualidade de vida e pondo em causa a execução de funções no trabalho e na nossa vida pessoal.

De seguida deixo umas indicações que espero que ajudem as pessoas a entender um pouco mais sobre o assunto:

1 – A dor, por si só, é um sinal vital que nos informa de que algo no nosso corpo não está bem, podendo mesmo ser o sintoma mais rápido de entender em casos mais graves como um ataque cardíaco, por exemplo. Ou como alguns fazem dar um pontapé na mesa da sala.

2- Há dois tipos de dor: crónica e aguda. A dor aguda que pode dar até três meses, sendo o sintoma de alguma doença que pode ser tratada. Já a dor crónica é aquela que tem duração de mais de três meses, podendo mesmo 'arrastar-se' para a toda a vida. Por exemplo,  minha carteira tem uma dor crónica bem tramada.

3- A dor física, quando crónica, pode desenvolver componentes emocionais que a agrava, como a ansiedade e a depressão, que também precisam de tratamento. Por exemplo os portistas (nos quais me incluo) já temos uma dor crónica há 4 anos.

4- A dor é daquelas coisas difíceis de serem quantificadas, já que cada pessoa tem perceções e expressões diferentes. Mas, é possível medir a sua intensidade por meio de alguns elementos simbólicos de escala, como faixas que sinalizam números de 0 a 10, cores que vão da mais clara para a mais escura, de rostos que vão da felicidade a grande tristeza, etc. Palidez, suor, alteração da pressão arterial também se podem manifestar durante crises mais fortes. Embora não seja os Jogos sem Fronteiras, a mesa da minha sala vale bem 9 pontos.

5- O tratamento da dor é mais efetivo quando é multidisciplinar, ou seja, quando envolve profissionais de diversas especialidades, como médicos, fisioterapeutas e psicólogos, que integram diferentes terapias complementares para o melhor atendimento das necessidades de cada paciente. No meu caso também foi assim, envolveu Heparina e gelo.

6- Existem pessoas que não sentem dor e, embora pareça algo positivo, na verdade não é. Trata-se de uma doença chamada de 'analgesia congénita' e que pode resultar em consequências bastantes graves, já que a pessoa não tem a capacidade de perceção da dor diante de lesões graves, como quebras ou queimaduras, que, sem tratamento, podem evoluir para quadros inflamatórios e infecciosos fatais. Se bem que no caso do meu pé não me importava de ter uma analgesia temporária. Mas agora que estava a ver a palavra se onde será a origem? Anal…gesia, valha-nos Deus!!

7- A dor pode sofrer interferências conforme a mudança de clima, especialmente em quedas de temperaturas de quentes para muito frias. As crises também podem ser desencadeadas com traumas emocionais. É verdade porque a minha Maria diz que eu tenho um trauma. Mas escusado será dizer que isso é uma falsidade.

8- A automedicação, além de mascarar e dificultar o diagnóstico de doenças, pode ainda levar a que a dor fique 'viciada' nos fármacos, sendo que em muitos casos tem que se reforça a medicação cada vez mais. Eu conheco uns vizinhos que sofrem disto mesmo. Desde novos que tem a garganta muito seca e por isso mesmo cada vez bebem mais.

9 – Atividades físicas bem orientadas e a manutenção das atividades intelectuais ajudam as pessoas a enfrentar melhor os quadros dolorosos e a manter uma vida com mais qualidade. Já por isso é que o Ministério da saúde está pensar em colocar nas salas de espera dos Hospitais quadros com tabuada. Ajuda bastante. Ou não!

10 – Sentir dor pode ser uma coisa comum, mas não é normal, por isso é importante pedir ajuda. Tem é que se ter cuidado a quem se pede. Se pedir ajuda à minha pimpolha depois de jantar, os saltos que ela dá em cima da minha barriga cura-me quase de imediato. Posso é virar o barco, mas que fico logo bom, isso é verdade!

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publicado às 12:55


1 comentário

De Aninhas a 19.10.2017 às 14:20

:-):-). Esqueceu-se da dor da P. D. I. Gostei de ler, td certo e com humor!:-).

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