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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

22
Jan17

No meio da tempestade ver o Sol

jl

cancro.jpgBoas.

Hoje venho aqui deixar uma peça que poderá acontecer a qualquer num de nós. Cá vai:

Médicos confundiram cancro com obstipação. Restam-lhe agora quatro meses de vida

Os dias de Mike estão a chegar ao fim, mas nem por isso baixou os braços: está a tentar angariar dinheiro para a instituição de cuidados paliativos onde está a ser tratado.

O britânico Mike tem 29 anos e um diagnóstico aterrador. Conta o jornal Mirror que depois de os médicos lhe terem receitado medicamentos para tratar uma suposta obstipação, descobriu-se mais tarde que Mike padecia, afinal, de um cancro nos intestinos.

Corria o ano de 2014. Seguiram-se os tratamentos habituais e a operação de remoção do tumor.

Mike recuperou e voltou a trabalhar. Mais tarde, novo diagnóstico e novo cancro, desta vez no estômago. Mais uma vez, correu tudo pelo melhor, tendo também este cancro sido removido.

Em Outubro de 2015, o cancro volta a atacá-lo. Desta vez, a posição do tumor - situado entre o intestino e o pâncreas - torna-o inoperável. Em Janeiro do ano seguinte é-lhe dada uma esperança de vida de apenas dois anos.

O tempo de Mike está quase a chegar ao fim. No Natal passado, os médicos deram-lhe quatro meses de vida. Apesar disso, este pai de duas crianças (uma de dois anos e uma bebé de 11 meses), está a dedicar as últimas semanas de vida a juntar dinheiro para ajudar outros.

Com a ajuda da família e amigos, está determinado em angariar o máximo dinheiro possível para a instituição onde está agora a receber tratamento paliativo. No meio de uma situação má (aliás mais uma), este homem conseguiu traçar um objectivo de positividade.

22
Jan17

Não tenho teleponto, pá

jl

Boas.

Ser apresentador de um jornal nacional é sempre uma responsabilidade enorme mas hoje em dia um apresentador está dependente de uma coisa que se chama teleponto, um ecrã em que basicamente quem está à frente lê tudo o que lhe aparece. Isto é muito giro quando funciona, mas quando não há teleponto vemos o apresentador com vontade de matar alguém. Isto da primeira vez, porque da segunda vez que ele vê que o seu amigo não está lá, só apetecia-lhe morder alguém. Mas já da terceira vez quase que dá para ver o Henrique Garcia a chorar.

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