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História de vida

por jl, em 08.07.17

casamento.jpgOlá.

Quando uma pessoa se queixa da vida, existe sempre alguém que está pior. Muito pior. Cá vai um exemplo disso mesmo. Cá vai então:

Violada por três homens no dia do próprio casamento

Vida de Terry Gobanga está marcada pela tragédia. Um mês depois do matrimónio, o marido morreu.

Quando Terry não apareceu no dia do seu casamento, ninguém imaginou que tinha sido sequestrada, violada e deixada em estado grave na berma de uma estrada, no Quénia. Mas a verdade é que tinha acontecido.

 Agora quase 12 anos depois, Terry decidiu contar a tragédia que abalou a sua vida em livro. "Seria um grande casamento. Eu era pastora e todos os membros da nossa igreja foram convidados, assim como os nossos familiares. Eu e o meu noivo, Harry, estávamos muito ansiosos, íamos casar na Catedral de Todos os Santos de Nairóbi (capital do Quénia) e eu tinha alugado um lindo vestido", começa por contar a queniana. Na noite anterior ao casamento, Terry reparou que tinha a gravata do noivo consigo e pediu a uma amiga, que tinha passado a noite em sua casa, para levar o acessório a Harry, logo de manhã, antes da cerimónia. "Acordámos de madrugada e fui levá-la ao autocarro. Quando estava a voltar para casa passei por um homem sentado no capot de um carro. De repente ele agarrou-me e atirou-me para o banco traseiro do veículo onde estavam mais dois homens. E arrancou com o carro", relata Terry, adiantando que os agressores lhes colocaram um pano na boca. Quando Terry conseguiu tirar a mordaça gritou: "É o dia do meu casamento". Esta afirmação fez com que a queniana levasse o primeiro soco. A partir daí, os homens começaram a violar Terry à vez, até que esta mordeu o pénis de um dos agressores. "Ele gritou de dor e um dos outros esfaqueou-me na barriga. Depois abriram a porta e atiraram-me para fora do carro em andamento", relata, adiantado que entre o sequestro e o abandono passaram mais de seis horas.

No momento em que os suspeitos atiraram a mulher para fora do veículo, passava uma criança que chamou a avó. Várias pessoas correram para o local e chamaram a polícia, todos pensaram que a queniana estava morta. "Envolveram-me num lençol e já me estavam a levar para o Instituto de Medicina Legal quando comecei a tossir. Quando viram que eu estava viva nem queriam acreditar. Levaram-me para o maior hospital público do Quénia", conta a mulher.

Quando Harry e os familiares souberam o que se tinha passado, foram directos para o hospital. Passados alguns dias o estado de saúde de Terry começou a melhorar. Tomou a pílula do dia seguinte e comprimidos retrovirais para evitar que contraísse HIV. Contudo, recebeu a pior notícia da sua vida. "O ferimento foi muito profundo e atingiu o meu útero. O médico disse que eu nunca iria ter filhos", afirma. Entretanto, Harry continuava a querer casar com Terry.

 Apesar de no início não conseguir pensar nisso, quando recebeu os resultados negativos do teste de HIV, três meses depois da violação, a mulher decidiu aceitar o segundo pedido de casamento do noivo. Os violadores entretanto nunca chegaram a ser presos.

Em julho de 2015, sete meses depois da violação, Terry e Harry casaram-se e foram de lua-de-mel. Um mês depois da cerimónia, o casal estava em casa e a noite estava fria. Harry decidiu acender o aquecedor a carvão e colocou o aparelho no quarto. Depois de jantarem, o casal tirou o aquecedor da divisão e deitou-se. Harry disse a Terry que estava tonto, mas algo sem importância. Terry continuava com frio, tentou levantar-se mas já não tinha forças. Olhou para Harry e o marido tinha desmaiado. Foi aí que se apercebeu que algo estava errado. A queniana só conseguiu rastejar para o para o telefone e ligar para a vizinha a pedir ajuda. "Acordei no hospital e perguntei onde estava o meu marido. O médico respondeu-me que ele tinha morrido com um envenenamento por monóxido de carbono. Entrei em choque. Senti-me traída por Deus. Morri naquele instante", contou.

Passaram os anos e Terry sempre pensou que não voltaria a casar. Mas havia um homem – Tonny Gobanga – que continuava a visitá-la.

Três anos depois da tragédia se ter abatido na vida da queniana, o casal apercebeu-se que estava apaixonado e Tonny acabou por pedir Terry em casamento. Quando o noivo contou a novidade aos familiares, estes não reagiram da melhor forma. Queriam que Tonny se afastasse dela porque estava "amaldiçoada". Um ano depois do casamento, Terry sentiu-se mal e foi ao médico. E, pela primeira vez em muitos anos, foi surpreendida com uma boa notícia. Estava grávida. "Apesar de ser uma gravidez de risco por ter sido esfaqueada, correu tudo bem e tivemos uma menina, Tehille. Quatro anos depois, tivemos outra, Towdah", conta. Hoje, Terry tem uma óptima relação com os seus sogros. Hoje, Terry é uma nova mulher. A queniana criou uma Organização Não Governamental, chamada Kara Olmurani, para ajudar vítimas de violações e lançou um livro sobre a sua vida. 'Rastejando para Fora da Escuridão' tem como objectivo ajudar as pessoas que passam por tragédias a recuperar a esperança.

Existem casos em que as pessoas se superam. Isto é um exemplo disso mesmo. A força que esta pessoa tem é fantástica e de realçar.

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publicado às 16:44

No Japão está muita gente a ficar choné

por jl, em 08.07.17

img_757x498$2017_07_01_15_13_29_643743.jpgOlá.

Que por aí esteja tudo bem. A cada dia que passa cada vez me sinto mais ajuizado. Cá vai um exemplo que atesta a minha sanidade mental. Aqui vai:

Japoneses substituem mulheres por bonecas de silicone

São vendidas cerca de duas mil unidades destes brinquedos que têm cabeça e vagina desmontáveis.

Masayuki Ozak, um fisioterapeuta japonês, de 45 anos, comprou uma boneca de silicone para substituir a mulher durante o sexo. Será que no Japão o pessoal está a começar a ficar choné?

Depois da esposa ter dado à luz, o casal deixou de ter relações sexuais. O fisioterapeuta decidiu então comprar uma boneca com o objectivo de o ajudar a combater a solidão.

Ozak vive com a mulher e a filha, mas divide a cama com a boneca de silicone (isto porque a mulher o deve ter colocado no quarto de hóspedes), com tamanho natural e uma aparência muito realista, a quem chamou Mayu. "Li um artigo numa revista sobre estas bonecas e fui ver uma exposição. Foi amor à primeira vista", referiu o japonês de 45 anos. Amor à primeira vista? Pois!!!

Apesar do olhar da boneca, Masayuki leva-a a passear para todo o lado numa cadeira de rodas. O japonês tem também perucas, roupas e compra jóias para embelezar a sua companheira. Assim como Ozak, muitos homens no Japão possuem estas bonecas, chamadas de bonecas do amor. Sobretudo viúvos e portadores de deficiência. Basicamente neste caso até poderei compreender, agora quanto ao resto acho bem, claro que depois tenho que tomar a medicação para não andar descompensado.

Estas bonecas não são vistas apenas como meros objectos sexuais, mas sim como companheiras.

Se eu vivesse no japão já sei que profissão teria. Um psiquiatra por aquelas bandas deve ganhar rios de dinheiro.

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publicado às 09:34


A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

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