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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

15
Dez17

Sempre a inovar

jl

 

vestiário.jpgOlá.

Hoje li um artigo que me fez ver que Portugal é mesmo um país bastante polivalente que se adapta com imensa facilidade a novos desafios. Cá vai um exemplo perfeito disso mesmo:

O Túmulo de Alexandre Herculano nos Jerónimos, está a servir de bengaleiro

Foram imagens partilhadas nas redes sociais e que mostra mochilas e casacos pendurados no túmulo do historiador.

O crítico de cinema, Eurico de Barros, partilhou duas fotografias na sua página de Facebook, que mostram a situação anteriormente descrita. "Turismo massificado, embrutecimento colectivo, falta de dinheiro para pagar a vigilantes e desleixo institucionalizado dão nisto: túmulo de Alexandre Herculano nos Jerónimos", escreveu naquela rede social.

Mas está sempre a ouvir que o nosso desempenho é inferior ao resto da Europa e que temos que nos saber adaptar e depois quando acontece isto, o pessoal critica! O Panteão não dá para servir jantares? Um dia destes ainda vamos ver este local a servir de banca para bolinhos e café!!

15
Dez17

Sorte malvada

jl

sorte ou nao.jpgHo! Ho! Ho!

Hoje lembrei-me de começar a escrever este artigo com uma das expressões que se ouve em todo o lado. Desde a sapataria à perfumaria, que a expressão do velhote de barbas nos bombardeia. Mas continuando, isto também é daquelas alturas em que mais se joga em tudo e mais alguma coisa. Desde a já tradicional Lotaria, até às rifas que nos bombardeiam ou na casa do Euro, ou no Infantário do filho ou da vizinha que sorteia um bacalhau. Existem também pessoas que são bafejadas pela Sorte, quer de um sorteio de uma rádio ou da televisão. E o caso que deixo a seguir é mesmo sobre isso:

Presente envenenado: um Cabaz de Natal deixa um homem quase falido

A expressão presente envenenado nunca fez tanto sentido como na história partilhada por Víctor Brun no "Programa de Ana Rosa", da televisão espanhola "Telecinco". O homem contou que, num sorteio, ganhou um cabaz que incluía dois carros, uma moto, várias viagens, presuntos e outros produtos. O valor do prémio ultrapassava os 360 mil euros.

A alegria inicial, própria de quem ganha um prémio deste valor, deu lugar à tristeza e angústia, depois das Finanças Espanholas reclamarem quase metade do prémio, cerca de 46% do valor final, a serem pagos em duas prestações. O grande problema é que os juros gerados pelo atraso no pagamento de impostos ascendem a 160 mil euros, que é o valor da dívida que tem a pagar neste momento.

No programa, que foi para nesta segunda-feira, Víctor explicou que tentou devolver o prémio, mas não o aceitaram. "Disseram que era meu e que tinha que pagar a dívida com dinheiro", afirmou.

Para além de ter que pagar a dívida que acumulou, vai ser obrigado a dar vários produtos a amigos e familiares devido aos prazos de validade. O homem também tentou vender os carros que ganhou, mas como é lógico o valor oferecido pelos revendedores não chega para pagar o valor reclamado pelas autoridadees tributárias.

Desgostoso com o que lhe está a acontecer, disse que não volta a participar em sorteios e lamenta a situação em que se encontra, sem poder pedir créditos ao banco, já que está em dívida com as finanças.

Moral da história, existem males que afinal não são assim tão ruins. Já estou a ver que sou um sortudo, porque a mim nem uma caixa de Ferrero Rocher me sai em lado nenhum!

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