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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

20
Set20

Doce como mel

jl

mel.jpgOlá.

Depois de uma parte do Verão ter aquecido e ter isso mesmo, de Verão, a verdade é que o Outono embora não tenha entrado oficialmente, basta ter andado na rua nos últimos dias para ver como o tempo mudou. Embora a temperatura até não tenha descido muito, já a chuva veio matar saudades e com isso entre muitas outras coisas veio dar alguma paz às pessoas que arriscam as suas vidas no combate aos mesmos. Mas voltando ao tempo outonal, este é o tempo em que as constipações começam a atacar. E se noutros anos até não se levantava assim grandes ondas com isso, já no ano em que estamos isso não acontece e todos sabemos qual a causa. Mas se isso acontecer uma das coisas que é bastante eficaz é o Mel.

Até porque é um alimento eficaz para tosse e resfriados e segundo vários estudos é menos prejudicial que o tratamento usual para infecções do trato respiratório.

Mas quais são os benefícios do mel?

Foi descoberto que o mel estava associado a uma redução significativa na gravidade e frequência da tosse.

O mel é barato e amplamente disponível.

Para além disso, o mel é um alimento que serve como óptimo adoçante natural e também tem uma acção antioxidante e prebiótica. Ele é capaz de estimular a actividade de micro-organismos benéficos. Por ser rico em carboidratos e açúcar, ele também é fonte de energia. Mas não nos podemos esquecer que sendo um produto bastante  bastante calórico e rico em açúcar, o seu consumo excessivo pode causar o ganho de peso.

19
Set20

Quando aparece uma vacina milagrosa?

jl

vacina-covid.jpgBoas.

Agora que o Covid já ultrapassou a barreira de 30 milhões de infectados em todo o Mundo e o número de mortos caminha a passos largos para 1 milhão de mortos, as notícias de aparecer uma vacina ainda estão meio sombrias, mas se esta não é uma notícia nada positiva, agora aparece outra ainda mais negra.

A mesma refere que uma pessoa que tenha contraído a Covid-19 pode continuar a transmitir o vírus até 90 dias depois do contágio, mesmo depois de já ter recuperado, isto foi referido pela directora do Serviço Federal de Vigilância sobre Protecção aos Direitos do Consumidor e Bem-Estar Humano da Rússia.

Segundo as observações deste local foram observados contágios até aos 90 dias. Uma pessoa que já não apresente sintomas e que se sinta perfeitamente bem, com excelentes exames de sangue, pode ainda emitir o vírus por via nasal, segundo os cientistas deste serviço.

A responsável referiu que existem ainda muitas limitações e pouco conhecimento sobre a doença viral, o que torna difícil explicar quais as probabilidades exactas de uma pessoa transmitir o vírus aos outros nestas condições.

E com isto fica a dúvida no que diz respeito às vacinas. Agora falta saber se a mesma será eficaz. Se isso acontecer, por quanto tempo. Se não aparecerão efeitos secundários com o passar do tempo. E depois falta saber por quanto tempo será eficaz.

Se por vezes se levantam dúvidas de vacinas que estão a ser testadas durante 5 ou 10 anos, mais dúvidas e questões irão aparecer para vacinas que estão em fases de testes há poucos meses.

18
Set20

Cuidados a ter no trabalho perante o vírus

jl

a lutar.jpgOlá.

Comos todos sabem, o ano de 2020 está (e pelos vistos estará) a ser tudo menos normal. Se nos dissessem que iria aparecer um vírus, que mudaria a vida de todos de uma maneira que parece saída de um filme de ficção científica, uma pessoa decerto diria que o autor dessa frase decerto não estaria muito bem da cabeça. Mas a verdade é que tudo isto é bem real e neste momento a pergunta fundamental que a maioria de nós coloca, é quando isto irá acabar, porque se no mês de Março alguém dissesse que o Pai Natal andaria de máscara, a maioria de nós iria dar umas gargalhadas, mas isto já perdeu a piada toda.

Mas como toda esta situação se mantém, a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) definiu regras obrigatórias para o regresso ao local de trabalho. Aqui vão elas então:

- Sempre que seja possível, favorecer o teletrabalho. Neste regime, devem também permanecer todos quantos possam integrar um dos grupos de risco.

- Assegurar condições para o seu exercício quer com meios materiais quer assegurando a saúde psicológica dos empregados que assim permanecerem. Isto também passa por regras de segurança sanitária mas também regras de organização de rotinas assim como de ocupação dos espaços; horários, e potencial gestão de situações de risco por exemplo em contexto de viagem ou transporte ou de atendimento público.

- Gerir o regresso da população residente de maneira controlada e por fases minimizando os riscos de excessiva proximidade para não haver consequências negativas.

- Proporcionar o devido distanciamento e a protecção dos trabalhadores, nomeadamente em acasos de maior exposição. Por exemplo que envolvam atendimento público. E nisto é necessário que toda a gente compreenda esta indicação.

- Implementar um plano de ocupação e circulação no espaço disponível, favorecendo o distanciamento entre pessoas e minimizando oportunidades de contágio. Recomenda-se a distância padrão de dois metros. Mas nunca nos podemos esquecer da distância de segurança.

- Existir um plano de contingência na empresa que esclareça toda equipa sobre as medidas junto de clientes e fornecedores assim como a sua actualização conforme a evolução epidemiológica com as regras a respeitar. Neste aspecto a teoria é muito bonita, mas a prática é outra.

- Garantir a higienização dos espaços, a desinfecção regular de materiais partilhados; a sua ventilação e reforçadas rotinas de limpeza. Atitude de cautela e permanente respeito pelas regras de convívio social; etiqueta respiratória e higienização das mãos, ou seja uma atitude de total foco cívico, de respeito ao próximo bem como pela sua própria segurança.

- Criar condições para acesso aos materiais necessários para higienização das mãos, nomeadamente a sua lavagem e desinfecção. Ter por exemplo gel desinfectante ao dispor.

- Especial atenção com os momentos de contacto com o exterior, nomeadamente fornecedores e clientes. Registo preciso e todas as entradas e saídas da empresa. Ao mínimo sintoma de doença, ou conhecimento de ter tido contacto com alguém com sintomas, o empregado deve isentar-se do convívio no local de trabalho e permanecer em casa de quarentena. Em ambiente de trabalho, a indicação é a de lavagem das mãos logo à chegada assim como à saída e de maneira recorrente sempre que haja contacto com objectos partilhados.

Acima de tudo, os cuidados que se deverão ter no trabalho, são em tudo semelhantes ao da nossa vida privada. E se todos tivermos cuidado em cumprir estas regras, seremos todos bem-sucedidos.

17
Set20

Ano radicalmente novo

jl

crianças mascarados.jpgBoas.

Hoje foi o dia em que a minha pimpolha lá foi para a Escola. Embora não seja uma novidade, a verdade é que desde Março que ela não frequentava aquele espaço. E dava para sentir no ar a ansiedade que muitos Pais estavam a viver e muita dela, era passada para os mais pequenos. Ou seja nesta altura de Pandemia, eram os miúdos que colocavam calma nos seus progenitores. Estando a minha pimpolha numa escola pública, a verdade é que fora este nervoso, o comportamento quer dos miúdos, quer dos Pais foi exemplar. Desde logo foram criadas três entradas e as máscaras mesmo sendo na rua, estavam nos rostos de toda a gente. Sei que no primeiro dia o cuidado é sempre maior e não estando a chover isso é uma ajuda, mas a verdade é que neste momento fico satisfeito, mas o que me preocupa (e decerto todos os Pais) é se com o tempo o distanciamento nas escolas será cumprido.

E digo isto, porque li numa peça jornalística que foi feita uma sondagem onde só 5% dos portugueses considera que o distanciamento social será cumprido nas escolas.

Quando questionados sobre a probabilidade de as aulas serem leccionadas presencialmente e sem interrupções até ao final do ano escolar, verifica-se um optimismo significativo dos portugueses, já que quase 70% das pessoas acredita nisto mesmo. Mas (e neste caso é mesmo um grande mas), se as aulas sejam interrompidas, quase 43% dos portugueses assumem que se sentem pouco preparados para voltar a ter os seus filhos em casa.

Mesmo quem não seja muito crente, este ano é daqueles em que temos acreditar em todos os santinhos para que tudo corra bem. Mas para além da nossa fé, temos todos que lutar para que tudo corra bem e facilitar não poderá estar no nosso vocabulário.

16
Set20

Estado de contingência

jl

mascarados protegidos.jpgBoas.

Que esteja tudo bem e nestes tempos de pandemia esse desejo ainda é mais forte que anteriormente. Esta é uma semana bastante crucial na nossa vida comum, porque é nestes dias que as nossas crianças e os nossos jovens voltarão para a Escola. E também a pensar nisso para os próximos tempos foi decretado o estado de contingência.

Mas o que altera na nossa vida?

- Ajuntamentos

Ajuntamentos passam a estar limitados a dez pessoas, metade do que era permitido até aqui (excepto no caso de famílias). Mas o que as pessoas terão que se lembrar é que não é por ser possível, que a partir de agora nos iremos juntar, sendo que com isso poderemos colocar em causa os restantes familiares.

- Estabelecimentos comerciais

O horário de abertura dos estabelecimentos comerciais passa a ser nunca antes das 10h (com excepção de pastelarias, cafés, cabeleireiros e ginásios), até ao intervalo entre as 20h e as 23h, sendo que a hora de fecho será determinada pelas autarquias.

Nas zonas de restauração dos centros comerciais, apenas podem estar sentados grupos de quatro pessoas, mas basta andar por um sítio desses para ver que isso por vezes é uma miragem.

Nos restaurantes em geral, só podem estar sentados grupos de até dez pessoas.

Restaurantes, cafés e pastelarias localizados a menos de 300 metros das escolas só podem receber grupos com quatro pessoas no máximo.

- Consumo de bebidas alcoólicas

Continua proibido o consumo de bebidas alcoólicas na via pública, sendo que para muitos grupos (especialmente de jovens) é necessário ensinar primeiro o que é a via publica.

Áreas de serviço e postos de abastecimento estão proibidos de vender bebidas alcoólicas.

Nos espaços exteriores dos espaços de restauração só é permitido o consumo de bebidas alcoólicas até às 20h (exceto durante as refeições). Falta saber se veremos exemplos como a festa do Avante, onde se vendia uma cerveja com a companhia de um pão, que custava 10 cêntimos.

Supermercados e hipermercados estão proibidos de vender bebidas alcoólicas depois das 20h.

- Transportes públicos

A lotação dos transportes públicos mantém-se nos dois terços, embora isto seja quase como uma anedota.

Passageiros dos transportes públicos continuam obrigados a usar máscara e a manter uma distância de segurança.

- Escolas

Escolas têm de ter planos de contingência.

Escolas vão distribuir três máscaras a cada aluno. Para as crianças mais pequenas espero bem que me engane, mas isto será complicado até porque alunos mais velhos poderão andar a massacrar os mais novos.

- Lares

Serão destinadas 18 equipas especializadas, num total 400 técnicos e profissionais de saúde, para prestar apoio aos lares. Só falta saber se isto será suficiente para atenuar este quase «massacre» que está a acontecer nestes locais.

- Empresas e trabalho

Empresas na Grande Lisboa e no Grande Porto devem privilegiar escalas de rotatividade entre teletrabalho e trabalho presencial (teletrabalho deve manter-se sempre que possível). Só se espera é que não existam abusos por parte das entidades patronais.

Horários de entrada e saída nas empresas da Grande Lisboa e Grande Porto devem ser faseados, assim como as pausas e as horas de almoço.

- Eventos desportivos

Estádios e recintos desportivos continuarão sem presença de adeptos/público. E isto será mais um dos temas que darão origem a muito barulho aqui em terras lusas.

Acima de tudo temos que remar todos para o mesmo sítio.

15
Set20

A caminho do abismo

jl

ADEUS A BOLA.jpgBoas.

Eu sei que tenho sido muito chato nos temas que abordo onde na maioria dos casos, anda tudo à volta do Covid, mas basta ver um qualquer bloco noticioso, para se ver que este é o tema que está na onda e que em princípio irá ficar muito mais tempo.

E falo nisto porque ao andar nas redes sociais deparei-me com um artigo, onde o Sr. Paulo Lopo, que é o actual líder da Mesa da Assembleia Geral do Leixões, apontava o dedo à forma como o futebol estava a ser tratado. E neste caso maltratado, especialmente os clubes fora dos grandes, que venha quem vier, aconteça o que acontecer são os do costume. E sei que é assim, até porque sou adepto de um deles.

Mas voltando à publicação, na mesma o Sr. Paulo Lopo referia que seria necessário alguém defender o futebol no geral, ou os clubes pequenos morreriam todos nos próximos meses. E com eles, as competições, em Portugal. E isso é uma das coisas que muitas vezes as pessoas se esquecem. Para os grandes jogarem, é necessário que existam os outros clubes. E se os grandes são enormes em Portugal, no resto da Europa um dia poderão ser tratados como actualmente se está a tratar os «Leixões» do nosso país.

O futebol (e a industria que o envolve) em Portugal está a ser destruída lentamente, em particular os clubes mais pequenos, sendo que muita gente (e nisto os jornalistas desportivos também se fazem de esquecidos) está a assobiar para o ar.

No artigo em causa era referido que as pessoas podiam tomar o pequeno-almoço no café, ir de transportes públicos cheios para o emprego, almoçar num restaurante onde muitas vezes o distanciamento social é uma miragem, andar às compras num shopping, ir às compras ao hipermercado (onde nunca vi ninguém a fazer o controlo de entradas, ir ver um concerto ao Pavilhão Atlantico ou ao Campo Pequeno ou até ir a um cinema. Eu sinceramente estou de acordo que se possa fazer tudo desde que haja regras, mas o futebol é tratado como se de um circo romano se tratasse e as pessoas que lá vão fossem todas mentecaptas.

Eu sou portista, mas se fosse benfiquista ficava revoltado em saber que um primeiro-ministro demonstrava apoio ao Presidente para ser reeleito e ele ficava contente em ter essa pessoa ao seu lado.

O negócio do futebol é isso mesmo, um negócio. E o mesmo «sustenta» muitos milhares de pessoas. Para além dos intervenientes directos, as pessoas por vezes parece que se esquecem do resto. Desde os funcionários do clube, aos funcionários das empresas dos equipamentos, da segurança, do catering, dos relvados, da manutenção dos edifícios, da publicidade, das televisões que tem os direitos de transmissão, da imprensa e geral e por aí fora. Já alguém se deu ao trabalho de ver quantas pessoas isto tudo envolve?

Acima de tudo, a Liga e a Federação como entidades que regulamentam a actividade do futebol terão que ter um papel mais activo e fazer ver às entidades responsáveis o que tudo isto implica.

E atenção que o Futebol é uma industria poderosa no nosso país, porque isto faz ver que desportos como o basquetebol, o andebol, o hóquei em patins ou o futsal poderão estar a caminhar para o seu fim. Se isto é assim nestes desportos que até tem alguma projecção, dá para imaginar como será nas restantes modalidades e nos diferentes escalões.

A continuar assim, não se vai morrer da doença, mas sim da cura!

14
Set20

Sociedade cada vez mais desigual?

jl

gravidez e covid.jpgBoas.

Hoje o que me levou a escrever aqui umas palavras, foi o facto de ter lido há uns dias que alguns hospitais privados estarão a reencaminhar para o Serviço Nacional de Saúde grávidas que têm partos programados nas suas instalações, caso estas fiquem infectadas com o Covid.

Segundo aquilo que li, estas unidades alegaram motivos de segurança e capacidade instalada para não assegurarem os partos.

Várias delas dizem que estão preparadas para inúmeros actos clínicos, mas que assumem a transferência para as unidades de referência Covid-19 de grávidas acompanhadas ou com partos programados nos seus hospitais. Ou seja na hora de aperto, toca a despachar para o sistema público. Existem sempre algumas excepções, mas poucas.

Para além dos sítios privados, existem hospitais públicos como o Centro Hospitalar Barreiro Montijo ou o Centro Hospitalar de Setúbal que estão a transferir grávidas, enviando-as para o Hospital Garcia da Orta em Almada.

Mas nos locais públicos até se poderá compreender já que aí encontrarão melhores condições, mas num sitio privado em que se paga tudo e mais alguma coisa e que em principio deveria ter todas as condições é que acho estranho. Mais estranho ainda, é que algumas forças políticas que deveriam expor estas condições, basicamente nada dizem e assobiam para o ar.

Eu sinceramente concordo que existam várias alternativas, mas para além de pensarem nas coisas positivas (como o lucro) também terão que pensar no lado menos brilhante. Mas como esta sociedade está cada vez mais virada simplesmente para o dinheiro já nada é de admirar.

13
Set20

Somos mesmo todos iguais?

jl

cristina.jpgBoas.

Ontem enquanto estava a ver as notícias na NET, uma das coisas que estava em discussão era a festa que a apresentadora, administradora, jornalista, entertainer e também pessoa Cristina Ferreira tinha realizado no passado dia 9 para celebrar o seu 43º aniversário.

E basta ver as redes sociais para ver que este é um dos temas que foi extremamente badalado.

Por um lado muita gente criticava a senhora por celebrar de uma forma extremamente cintilante o seu aniversário. Por outro lado, alguns famosos (ou pseudo-famosos) estarem com dor de cotovelo por não serem convidados.

Mas a mim o que me faz confusão é a diferença que existe entre as elites (ou caras conhecidas) e o resto do «povo». Se os miúdos se juntam para beber umas cervejas, toda a gente critica e censura, mas se são figuras publicas, as pessoas acham aquelas festas muito in.

O que as pessoas parece que se estão a esquecer é que se não tivermos um comportamento eficaz e de defesa colectiva, vamos ter o tema do Covid para muitos meses. Mas seja o que vá acontecer no futuro, tem que haver tratamento igual para todos. Se queremos uma abertura gradual para toda a gente, as coisas terão que ser feitas com regras. Mas para todos. Não podemos ter as pessoas a trabalhar no sector da saúde a trabalhar como preservativos gigantes (com plástico dos pés à cabeça), enquanto que outros andam aí a fazer de conta que esta pandemia não é nada com eles.

A minha falecida avó já dizia que as pessoas só se lembram de Santa Bárbara quando está a trovejar.

12
Set20

Está a chegar o senhor de barrete… e de máscara

jl

pai natal.jpgBoas.

Que esteja tudo bem aí desse lado. Este fim-de-semana de Setembro será mais um que o Verão está aqui para nos brindar com o tempo quente e dias de praia. Mas como tudo o que é bom acaba, a partir de segunda-feira, o São Pedro acaba as férias e a chuva e a descida de temperaturas irá acontecer. E num ápice vai começar andar aí o tema do Natal. Se todos os anos a ladainha é quase sempre a mesma, este ano só irá diferir porque teremos um pai Natal com pinta de assaltante de bancos. E digo isto porque tem que se somar o barrete encarnado, com a máscara a qual por norma é verde. Não sei mas este ano ainda vou ouvir teorias que com estas cores o Pai Natal em vez de vir da Lapónia, vem das Penhas Douradas.

Que as renas não venham com o nariz vermelho, senão ainda dizem que as bichas estão com o Covid.

11
Set20

Trump é uma aVentura

jl

trumpaventura.jpgBoas.

Hoje para além do Covid, um dos temas que ocupa os telejornais é o Presidente dos Estados Unidos da América. Sei que aqui no nosso país (e na Europa também), a opinião que existe deste cavalheiro é do estilo que ele é quase um homem das cavernas; que não sabe nada; que ele é quase uma anedota; que manipula tudo e todos e que não tem qualquer capacidade para liderar aquela que hoje em dia é a maior e quase única superpotência a nível mundial.

Mas a verdade seja dita, é que seguindo os canais americanos, a possível vitória quase certa de Joe Biden poderá não acontecer.

Para nós que estamos do outro lado do Oceano até podemos achar estranho que alguém como o Trump tenha assim tantos seguidores, mas ele antes de mais tem uma vantagem para aqueles mais fracos. Tem o dom de ter um discurso bastante fácil e apelativo. E tem outra coisa que a nós até nos pode passar ao lado, mas ele defende o direito do emprego aos americanos e aqueles patrões que até faziam pressão a outras Administrações Presidenciais ou vão na conversa dele, ou basicamente estão tramadas.

Pessoalmente não simpatizo com a figura em si, mas ao fazer uma análise à corrida presidencial que vamos ter no nosso país, lembro-me da personagem do André Ventura. Quase que se aposta em todo o lado que o «Tio Marcelo» vai ganhar estas eleições, mas ter o enfant terrible na corrida vai provocar arrepios a muita gente. E mesmo que ele nem sequer consiga ir a uma segunda volta, se calha de ter uma votação assinalável vamos ter um mini Trump aqui na nossa terra.

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