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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

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marianagugudada

27
Abr18

Cancro. Palavra maldita

jl

bexiga.jpgBoas.

Embora por norma traga aqui assuntos que de uma maneira ou de outra até possam parecer fúteis, hoje venho aqui falar de um assunto que é bastante sério e que pode afectar qualquer pessoa. Aqui vai:

O cancro da bexiga está entre os mais comuns do mundo, mas como a maioria dos cancros, é quase tratado como um tabu. Para alertar para este problema, o mês de Maio foi apontado como mês de sensibilização do mesmo.

Embora seja pouco falado, este problema está entre os dez tipos de cancro mais comuns do mundo, é o quinto mais comum da Europa, quarto mais comum no caso do sexo masculino, 13º nas mulheres e afecta anualmente quase 2000 portugueses.

E falo nos doentes, porque como se sabe, o cancro afecta quer os doentes quer toda a gente que os rodeia.

Apesar dos dados serem alarmantes, este é um tipo de cancro pouco falado. Como todas as doenças oncológicas, a prevenção essencial é conhecer, prevenir e detectar, já que, ao conhece-lo, o problema pode ser identificado mais cedo, o que facilitará muito o seu tratamento. Por exemplo, um dos sintomas mais comuns é a presença de sangue na urina bem como problemas em urinar – sintomas por vezes tratados como ‘simples’ infeções urinárias. Além disso, um dos fatores que aumenta a probabilidade de desenvolver este cancro advém de maus hábitos que não se pensaria como o consumo de tabaco, pelo que o alerta é fundamental.

Apesar de se apontar tal prática como um dos riscos principais, não são totalmente conhecidas as causas para este problema que afeta principalmente maiores de 65 anos, em que a maioria é do sexo masculino. O histórico familiar é também um factor de risco para este problema.

Mas nós homens, que a maioria gosta de se armar em macho latino, só muito dificilmente vamos ao médico para nos queixarmos de um problema deste estilo e estando junto à nossa pilinha, ainda pior. Nisso as mulheres dão-nos goleada!

Segundo a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a investigação sobre o Cancro da Bexiga tem vindo a aumentar, o que permite que “as suas causas e novas formas de prevenção, deteção, diagnóstico e tratamento são cada vez mais conhecidas”, lê-se no site da associação, que aponta uma melhor qualidade de vida e menor probabilidade de morte para estes doentes oncológicos.

A refletir este alcance, a Comissão Europeia aprovou recentemente um tratamento de imunoterapia especifico para o Cancro da Bexiga – o pembrolizumab -, que apoia a que o próprio sistema imunitário combata as células tumorais.

Nos últimos anos, o tratamento oncológico através da imunoterapia tem sido desenvolvido e apontado como mais eficaz que terapias mais convencionais, apresentando uma taxa de sobrevivência superior às anteriores.

Mas cabe a cada um de nós estarmos atentos e alertas.

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