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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

12
Set18

Como se chamam os produtores de azeite?

jl

azeite.jpgBoas.

Hoje enquanto andava a conduzir, vi um senhor que tinha passado a fila de trânsito (há uns anos atrás era bicha, mas hoje em dia parece que não se pode dizer) e que foi bombardeado pelo senhor que tinha sido ultrapassado, com umas palavras muito «amistosas» entre as quais se destacava o Azeiteiro e outra que acabava em eiro. Mas não sendo assim tão cota, azeiteiro era a palavra que se dava ao senhor que andava nas ruas a vender azeite. Claro que hoje em dia basta ir ao supermercado e onde se encontram 50 marcas de azeite e produzido por … agricultores.

Claro que depois estão lá diferentes tipos desde aquele para temperos, até ao virgem ou ao extra virgem. Mas será que aquilo que se compra e se paga a mais vale mesmo a pena?

Um dos conselhos que sempre ouvi é que não se deve guardar o azeite em locais quentes ou iluminados, e que não se deve armazena-lo por mais de 18 meses. Ao fim deste tempo estará apto para consumo mas poderá perder a frescura. Mas uma dúvida que fico é se ao fim de um ano e meio está bom, mas se passar mais um dia nem por isso.  A DECO ainda há dias publicou um estudo onde dizia que de 25 azeites analisados, o Alfandagh Biológico, Casa Pontinha e Tojeira Biológico Clássico são ‘apenas’ virgens.

O chamado azeite virgem extra é 100% natural. Este produto distingue-se do azeite virgem por uma qualidade superior e um cheiro e sabores intensos. Um azeite virgem extra é mais caro que os anteriores e é obtido diretamente do fruto da oliveira através de processos mecânicos ou físicos. Estas azeitonas não podem ter sofrido mais nenhum tipo de tratamento para além da habitual lavagem, decantação, centrifugação ou filtração. Claro que isso é o que nos dizem!!

Esta não é a primeira vez que depois de uma análise se descobre que há azeites que estão a ser vendidos como virgem extra sendo apenas virgem. Como tal, está a pagar mais por um produto que na realidade é de uma categoria inferior aquela que vem descrita no rótulo e é refletida no preço.

O que acho «engraçado» é que uma pessoa ouve isto dezenas de vezes, mas consequências para quem engana os consumidores, quais são?

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