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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

28
Jul19

Doce amargo

jl

0%.jpgBoas.

Esta semana ao ir ao supermercado para buscar uns iogurtes, comecei a olhar com mais atenção para esse sector e a designação light ou 0% quase que invadia esse sector.

E foi então que pensei para mim mesmo se de facto, não existiam alternativas mais saudáveis?

É que ao consumirmos produtos designados por 0% açúcar, podemos estar a ingerir adoçantes cujas quantidades não estão devidamente especificadas nos rótulos. É que dependendo das quantidades deste tipo de adoçantes presentes nos alimentos e do número de produtos que ingerimos, podemos ultrapassar o risco da Dose Máxima Admissível diária.

A substituição do açúcar dito tradicional por alternativas que supostamente seriam mais saudáveis em bolos e sobremesas é assunto que serve para um debate actual. E venha quem vier não é bem a mesma coisa, já que com a utilização de adoçantes podemos não ter o resultado final que se estava à espera, como um bolo alto e húmido, o que acontece com o açúcar tradicional.

Existem vários adoçantes disponíveis no mercado, como o aspartame, sucralose, stevia, sacarina, acessulfame K, entre outros e aí convém saber mais informações sobre as questões nutricionais e de saúde.

Os alimentos com adoçantes, hoje em dia estão presentes em força como por exemplo: as colas zero ou iogurtes zero açúcar, que podem conter um ou mais destes edulcorantes, em quantidades que, normalmente não vêm declaradas nos rótulos.

Para estes edulcorantes é importante saber que para cada um está definida uma Dose Máxima Admissível diária (DMA).

Ou seja, ao consumirmos diariamente produtos com 0% açúcar, mas com edulcorantes, podemos estar, sem o saber, a ultrapassar as D.M.A. destas substâncias.

Um outro factor também importante, é o facto da D.M.A. ser estabelecida por quilograma de peso, o que faz variar bastante a quantidade permitida destes produtos, conforme se está a falar de homens, mulheres ou crianças, sendo que o caso é mais grave para estas últimas, uma vez que o seu peso é muito inferior ao dos adultos e porque, o tempo de exposição será potencialmente maior.

No que ao açúcar diz respeito, o ideal é que se evite o consumo elevado seja de açúcar propriamente dito ou mesmo de alimentos com adoçantes.

Se o consumo de alimentos doces for pontual, este não tem expressão ou significado no total, pelo que a potencial toxicidade é baixa, mas o problema é que hoje em dia não é isso que acontece e se falamos em crianças basta ter uma em casa para sabermos que se não tivermos muito cuidado o consumo de coisas doces (bolachas, iogurtes…) aumenta brutalmente.

E aqueles que deveriam ter mais cuidado somos nós, pais e cuidadores.

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