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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

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marianagugudada

25
Abr20

Futebol-20 vs Covid-19

jl

cr7mask.jpgOlá.

Uma das coisas que esta crise do Covid nos trouxe foi que as pessoas (finalmente, digo eu) conseguiram ver que se sobrevivia sem ver os jogos de futebol e a consequente discussão sobre os mesmos.

Claro que depois existe a vertente do impacto económico do mesmo. E isso é muito mais que os jogadores em si, vai desde quem trabalha nos clubes, quem trabalho nos fornecedores dos mesmos, quem trabalha para a realização dos jogos. E uma coisa que muita gente se esquece é que nem todos os jogadores ganham milhares de euros por mês. Bem pelo contrário.

Por isso mesmo o regresso do futebol embora para muitos seja dispensável, para outros é uma questão de sobrevivência.

Mediante isto já se começou a falar que o regresso dos jogos pode acontecer condicionando a lotação dos estádios a cerca de 16,7% da sua capacidade.

Para garantir que a distância de segurança de dois metros é respeitada, o que está em cima da mesa é a hipótese de ser permitida a presença de pessoas fila sim, fila não, com três lugares de distância entre si. Assim, a lotação dos estádios teria de ser reduzida para um sexto do habitual, sendo que num exemplo mais concreto a lotação do estádio da Luz permitiria um máximo de 10 694 pessoas na Luz.

O que está em análise é que nestes eventos que envolvem um número bastante grande de pessoas, é necessário garantir que vários princípios são respeitados. Que à entrada e à saída, e nos lugares sentados que serão fixos, as pessoas se mantêm a dois metros de distância. Que todos os lugares irão ser lavados regularmente, antes e depois dos jogos. Que as pessoas usam máscara. Que há soluções alcoólicas espalhadas pelo estádio para serem usadas com regularidade. Que se evitam aglomerações dentro dos espaços físicos. Isto na teoria, porque falta saber como isto será na prática!

E depois falta saber quem poderá entrar nos estádios e como será feita a fiscalização. E estando nós em Portugal sabemos que deve discutir bem mais estas coisas extra jogo, do que o que se passa no relvado.

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