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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

12
Jul18

Instrumento abençoado

jl

pilinha.jpgOlá.

Hoje trago aqui uma peça que fala sobre o tamanho sobre como dizer isto? De pepinos, de cenouras, de farfalotas pimpinelas e por aí fora.

Pois bem deixo aqui dez 10 factos sobre as salsichitas que muitos homens (e mulheres) desconhecem

9,8 centímetros. Dizem que este é o comprimento médio do pirulito do homem português quando está flácido. Em erecção, o valor médio situa-se nos 15,8 centímetros. Estes valores são o resultado de uma pesquisa, que envolveu a medição de 498 homens portugueses.

  1. Aqui vão as várias classes de gaitinhas

- Micropénis

Tem menos de 6,2 centímetros quando está flácido e menos de 10,9 centímetros quando fica sorridente.

- Pénis pequeno

Tem entre 6,3 e 8 centímetros quando está flácido e entre 11 e 13 centímetros em erecção.

- Pénis normal

Tem entre 8,1 e 11,7 centímetros quando está flácido e 13,1 e 17,2 centímetros quando fica feliz.

- Pénis grande

Tem entre 11,8 e 13,5 centímetros no estado flácido e 17,3 e 19,4 centímetros em erecção.

- Megapénis

Tem mais de 13,6 centímetros quando está flácido e mais de 19,5 centímetros quando fica com uma alegria imensa.

  1. Os homens negros têm o pénis maior mas os homens baixos e os homens gordos nem por isso.

O mesmo estudo também confirma o mito que os homens gordos têm um pénis mais pequeno do que os homens magros, embora isso se deva quase sempre ao facto da gordura esconder a base do pénis. Já o mito de que os homens mais baixos têm um pénis maior do que os mais altos não foi confirmado.

  1. Ter um pénis muito grande não é sinal de virilidade

Cerca de 50 mil portugueses tem um megapénis mas, em muitos deles, existe uma relação directa entre o grande volume peniano e a disfunção eréctil. Segundo especialistas, um pénis muito grande pode não conseguir uma ereção completa. Tal pode acontecer por ser demasiado volumoso para ser totalmente preenchido pelo fluxo sanguíneo que uma pressão arterial normal possibilita.

  1. O pénis é autónomo

O homem tem menos controlo sobre este órgão (isto é o que se chama ser simpático), comparativamente com outras partes do corpo. Isto porque o órgão genital masculino depende da ação do sistema nervoso autónomo que também regula, por exemplo, a pressão arterial e a frequência cardíaca.

  1. O stresse pode condicionar o desempenho do pénis

Elevados níveis de stresse podem afectar o desejo sexual e, consequentemente, a ereção. Mas os especialistas dizem que isso nem sempre acontece, sendo vulgar encontrarem-se homens que vivem sob intenso e permanente stresse. Será que são as mulheres as causadoras? Hi hi hi!!

Outros fatores que estão na base na disfunção erétil são a aterosclerose, a hipertensão arterial, a diabetes e o consumo excessivo de tabaco, já que afetam o fluxo sanguíneo para o pénis, como refere o especialista em "Pénis - Da masculinidade ao órgão masculino".

  1. O tamanho do pénis flácido pode ser enganador

Não é possível afirmar-se peremptoriamente que um pénis flácido com um grande tamanho ficará proporcionalmente maior quanto erecto. Da mesma forma, um pénis pequeno quando flácido não o será necessariamente quando fica ereto.

Um estudo feito pelo famoso investigador do comportamento sexual Alfred Kinsey, que implicou mais de 1.000 medições (que rsio de profissão, medir pilinhas!), mostra que os pénis flácidos mais pequenos tendem a ganhar cerca de duas vezes mais comprimento, comparativamente com os homens que tem um pénis flácido grande que, às vezes, apenas têm um aumento discreto do seu comprimento.

  1. O pénis pode partir-se

Alerta! Alerta! Apesar de o pénis não ser composto por um osso pode partir-se. É a chamada fractura do pénis, uma situação rara mas que, por vezes, acontece nos homens mais jovens, impulsivos e inexperientes. A fractura do pénis consiste na rotura traumática da albugínea, a forte membrana que contém o tecido cavernoso peniano quando este está cheio de sangue sob pressão.

  1. Os homens circuncidados têm menos probabilidade de virem a ser afectados pelo VIH

A circuncisão consiste numa pequena intervenção cirúrgica que retira parte ou a totalidade do prepúcio, nome que se dá à pele que cobre a glande do pénis. Dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde, indicam que esta intervenção reduz em 60% o risco dos homens virem a contrair VIH. Segundo especialistas isso acontece porque a cirurgia facilita a higiene peniana, dificultando a propagação da infecção.

Por outro lado, a circuncisão, ao retirar a pele prepucial, excisa a região mais inervada do pénis, diminuindo a sensibilidade do órgão numa relação sexual. Daí que muitos urologistas defendam que a circuncisão preventiva só deve ser utilizada em populações com baixo nível de higiene e elevado risco de infecção.

  1. O pénis não pode ser aumentado de forma permanente sem se recorrer à cirurgia

Para além das técnicas cirúrgicas que existem para aumentar o tamanho do pénis, existem algumas técnicas mecânicas, por acção de bombas de vácuo ou de dispositivos, que provocam o estiramento do órgão. Essas técnicas conseguem sobretudo aumentar o comprimento peniano, geralmente não mais de dois a três centímetros, sendo controversas as técnicas para o engrossamento do órgão.

  1. O pénis e os testículos diminuem com a idade

Com a idade, o pénis tende a diminuir de tamanho. Mas isso só acontece quando houver disfunção eréctil ou acentuada diminuição da atividade sexual. Por isso não para é o melhor. Segundo especialistas, os testículos têm sempre tendência para diminuir de dimensão, o que determina que produzam cada vez menos testosterona.

Os testículos de um homem de 30 anos podem medir três ou quatro centímetros de eixo maior, mas aos 60 anos podem já medir apenas dois ou três centímetros, afirmam os urologistas.

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