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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

18
Mai18

Mãe, a melhor economista

jl

mae e poupança.jpgOlá.

A caminho de mais um fim do mês, as nossas carteiras começam a ficar com o cérebro da maioria dos nossos políticos; vazia. Por isso mesmo deixo aqui um artigo que fala sobre poupança. E nada melhor que aprender isso desde criança e muitas das vezes quem ensina isso são aquelas que mais tempo passam com os miúdos que são as mães. Embora hoje em dia já muitos homens assumam mais o papel de Pai, a Mãe tem sempre aquela relação especial com os nossos miúdos. Mas cá vai:

5 Lições financeiras que devemos aprender e apreender desde pequenos

Para além de cuidar de nós, alimentar-nos e, acima de tudo, educar-nos, as mães também nos transmitem as nossas primeiras lições financeiras. É, de facto, fantástico ver a forma como gerem todo o orçamento mensal (sendo que muitas vezes os homens nem sequer querem ouvir falar disso) para satisfazer todas as necessidades de cada um dos elementos da família.

Não interessa se, em algum momento das nossas vidas, possam ter sido um tanto consumistas ou, pelo contrário, completamente agarradas, o que importa é que incutam valores e formas de evitar problemas.

E a pensar nas mães tugas, deixo aqui alguns conselhos que podem ser dados ao longo da nossa aprendizagem:

  1. Colocar o dinheiro num mealheiro
    Se nos dessem dinheiro quando eramos pequenos, já sabíamos que nos iria ser dito para colocar no mealheiro. Mesmo que não fosse muito e que demorasse imenso tempo a encher, ao longo dos tempos permitir-nos-ia conseguir um valor considerável fazendo com que o valor dado ao nosso dinheiro fosse muito positivo. E nada como ensinar os nossos pequenos a poupar. A minha já sabe, é pedir aos avós e aos tios!
  2. Comprar o estritamente necessário
    Não se trata propriamente de não conseguir resistir a todos os impulsos ou meros desejos que possam ocorrer em determinadas lojas, mas sim saber ceder apenas àqueles que sabemos virem a ser essenciais e úteis a longo prazo. Quantas vezes se arruma as nossas coisas e se vê que existem coisas que compramos e que nunca foram usadas?

É importante saber aquilo que de facto precisamos assim como poupar no que é indispensável ou até mesmo fútil.

  1. Apreciar o dinheiro pelo facto de ter sido merecido
    Certamente que o primeiro impulso que tinha quando era miúdo e quando recebia dinheiro era ir à loja mais próxima e gastá-lo em chocolates, gomas e outras coisas más para a barriga (mas deliciosas) que apenas lhe davam satisfação momentânea.

Da mesma forma, quando era pequeno(a) estava sempre a pedir coisas apenas porque sim e lhe apetecia. Ao agir assim, apenas demonstrava a falta de consciência de qual era a proveniência do dinheiro e o que era necessário fazer para o obter (até que se chegava àquele ponto em que a sua mãe poderia questionar “acham que o dinheiro cai das árvores?”. Claro que quando se é criança o dinheiro é uma coisa abstrata, mas cabe a nós adultos incutir o valor das coisas nas crianças.

  1. Esticar o dinheiro com lições financeiras
    Alguma vez fez contas ao dinheiro que a sua mãe recebia e a forma como ela o administrava de forma a cobrir todos os gastos de casa? É surpreendente pensar, agora, como é que conseguia comprar tantas coisas, pagar tantas contas e ainda por cima conseguir fazer algumas poupanças. Claro que nas gerações anteriores, não se gastava tanto dinheiro superfluamente como hoje em dia. Hoje em dia temos um telemóvel, mas saindo outro modelo vamos tentar comprar, mesmo que não vamos tirar qualquer partido das novidades que este traz.
  2. Dar um segundo ar às coisas
    Quem teve irmãos ou primos mais velhos experienciou certamente que algumas vezes, para poupar dinheiro, foi necessário que os livros ou as roupas fossem emprestadas, não só porque o dinheiro na altura poderia não ser muito, mas também devido ao facto de as coisas, nomeadamente a roupa, poder ser reaproveitada se estivesse em bom estado. Mas hoje em dia tudo é deitado fora. E o que faz uma pessoa não é como se veste ou o que usa, mas sim a sua maneira de ser e de pensar!

E acima de tudo de tudo não nos podemos esquecer que as Mães (e claro os Pais) só querem o melhor para os seus filhos!

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