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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

05
Dez19

O que se come por aqui

jl

carne, peixe e legumes.jpgOlá.

Que estejam todos bem aí desse lado. Esta semana uma das notícias que invadiram os Telejornais foi da jovem Greta que tinha chegado a Lisboa. Embora a polémica esteja sempre à volta desta personagem, ninguém pode negar que esta jovem tem muito impacto na luta que hoje em dia se trava à volta dos problemas que invadem o nosso planeta. Uma das coisas que cada vez se ouve mais é que nós enquanto população cada vez consumimos mais carne e peixe. Mas hoje li um artigo que dizia que a maioria das pessoas já come uma refeição vegetal por semana.

Os alimentos como a carne e o peixe ainda ocupam uma posição principal nas refeições dos portugueses, mas a maioria (65%) já come uma refeição de base vegetal pelo menos uma vez por semana, indica um inquérito hoje divulgado.

 Este inquérito que foi realizado com o Grupo Sonae e a Universidade de Lisboa, indica que, numa semana típica os portugueses fazem uma alimentação com refeições com carne branca (média de 4,73 vezes por semana), carnes vermelhas (3,65), peixe (3,5) e uma refeição de base vegetal, sem carne nem peixe (1,95).

O estudo, afirma que os homens tendem a comer quase mais uma refeição semanal com carnes vermelhas do que as mulheres. Ou seja os homens gostam de carninha! De xixa, Maria!

No que diz respeito ao consumo de frutas e vegetais, muitos dos inquiridos afirmam não comer fruta (18,8%) ou vegetais (23,6%) pelo menos uma vez por dia. Já os consumidores muito frequentes de fruta/vegetais (três vezes ou mais por dia) rondam os 27,8% e 12,1%.

Ao serem questionadas sobre a motivação em relação aos hábitos de consumo, a maior parte diz que escolhe alimentos porque são saudáveis, convenientes e porque dão prazer a comer.

O inquérito deixa a indicação que os homens são mais propensos a escolher alimentos que veiculem uma imagem social favorável de si mesmos.

Quanto aos principais motivos usados na escolha do produto, os inquiridos sublinham sobretudo a relação de preço-qualidade percebida (frescura, aspeto, sabor, preço, sendo que basta ver o sector das promoções para se ver que esta parte conta muito), seguida por critérios de origem do produto (origem nacional), critérios de produção e nutrição (valor nutricional, produção biológica), e critérios informativos (ingredientes e valor nutricional).

Na compra, os inquiridos disseram optar mais pelas lojas de proximidade (66,2%) para as compras frequentes de alimentação. Os hipermercados são a segunda opção (64,2%). Muita gente diz que não gosta de ir para hipermercados, mas basta existir uma promoção em brinquedos para se ver quase o fim do mundo nestes locais.

Apenas (e este apenas é relativo já que cada vez são mais) 14% recorrem às compras 'online' para adquirir produtos alimentares.

Segundo os resultados deste inquérito, face ao realizado em 2016, os supermercados de proximidade ultrapassaram os hipermercados/centros comerciais como os espaços mais frequentados para as compras alimentares. Ou seja para além dos preços serem cada vez menos diferentes esta também é uma tendência de mudança nas práticas dos portugueses. Tal também pode indicar alguma mudança nas práticas de mobilidade, sobretudo nas grandes cidades. Ou isso, ou as pessoas começam a ver que não vale muito a pena poupar 5€ nas compras, se uma pessoa gasta 5€ em gasolina para encontrar um lugar para estacionar e uma hora com os nervos em franja.

Quando questionados sobre as modalidades de compra dos produtos alimentares os portugueses revelam dar uma clara preferência aos produtos frescos, nomeadamente na fruta (89,3%), vegetais (88,5%), carne (86,9%) e peixe (81,3%). A excepção é para as leguminosas enlatadas, mais frequentemente compradas desta forma (56,2%) do que como produto fresco (48%). Sinceramente é daquelas coisas que não percebo muito bem.

No que se refere aos produtos congelados, o peixe é comprado com o dobro da frequência (42,4%) por comparação aos produtos vegetais (21,3%) e a carne (18%). Para além de tudo, o preço justifica muita coisa.

Neste inquérito, o perfil do consumidor constrangido (que tem de gerir constrangimentos económicos pessoais ou familiares) ganhou peso, a par do consumidor suficiência(evita desperdício e o excesso de consumo).

A importância atribuída a estes perfis revela que os portugueses continuam a dar peso à gestão cuidada do seu orçamento familiar, contendo despesas (particularmente na dimensão de gerir o orçamento para que não falte dinheiro).

Acima de tudo há que fazer um bom controlo das despesas que se fazem, para que se consiga viver o mês inteiro com tranquilidade.

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