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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

07
Jan19

quentinho; quentinho!!

jl

fogo.jpgOlá.

Hoje de manhã fui levar a minha pimpolha ao Infantário e sinceramente não senti frio, porque na rua não sentia o corpo. Já tinha começado bem ao levantar-me quando tinha ficado com o cabelo arrepiado. Mas se eu sinto frio, o acordar a minha pimpolha e fazer com que ela se levante, é daquelas coisas que nos faz arrepiar o peito, mas como ainda não me saiu o EuroMilhões e aqui a casa não tem lareira recorri ao «velhinho» aquecedor para a vestir. E sendo um método um pouco arcaico resulta muito bem. E isto vem no seguimento de um artigo que li sobre a moda dos péletes e os prós e contras desta alternativa de aquecimento. Ou como quase toda a gente diz as peletes.

No início, lá bem nos primórdios da Humanidade, era pedra contra pedra até a faísca se tornar fogo. Basicamente isto era no tempo da rainha Isabel II. Mas nos dias de hoje em muitas casas basta pressionar um botão, programar o horário ou clicar no telemóvel para activar o aquecimento. Um mimo em dias gélidos de inverno. Aquece o corpo e a alma.

Em vez das pinhas; acendalhas; fósforos; troncos ou aquecedores, muita gente está a utilizar como fonte de calor as péletes em salamandras, recuperadores ou caldeiras. Não existem fumos nem cheiro a queimado, e basta uma saída para o exterior de extracção de dióxido de carbono, não sendo exigível uma chaminé. Mas não é só por uma questão prática que estes pequenos cilindros de madeira prensada se afirmam como alternativa, cada vez mais popular, no aquecimento residencial em países do Hemisfério Norte, Portugal incluído. E para além disso as péletes se posicionam com dois trunfos de peso: são mais baratos e produzem energia amiga do ambiente.

Os péletes (por cá ainda comercializados como pellets, à inglesa) são feitos a partir de madeira desperdiçada pelas indústrias de serração e do papel, aproveitando ainda material recolhido na limpeza das matas. Depois de triturada e prensada, num processo com recurso a tecnologia de ponta, a madeira transforma-se num granulado de alto poder calorífico. Para ser devidamente certificado, o produto final não pode ter mais de 10% de humidade nem exceder níveis residuais de metais pesados, de modo a garantir que as partículas finas libertadas na queima não sejam nocivas para a saúde.

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