Sobe como um foguete, desce como um caracol
Boas.
Que estejam bem aí por esse lado e que esse malandro não vos tenha batido à porta. Não falo do Covid, falo sim do Ministério das Finanças que cada vez mais está a depauperar a nossa bolsa, mas falando mais a sério, esta semana mais uma vez o desgraçado (moi!!) esteve a fazer uma sobremesa aqui para casa. Para além de ser para se comer (como é óbvio) e saborear algo doce, foi também uma maneira de aproveitar umas bananas que estavam a atingir um ponto elevado de maturação. E nestes tempos para além de sermos criativos, também teremos que ser poupados.
E é precisamente sobre isso que falo, porque foi no início da semana que o Governo regulou o preço máximo do Gás de garrafa para 22,24 euros.
E isto é daqueles produtos essenciais, já que o mesmo é consumido por mais de 2,5 milhões de famílias portuguesas.
O que acho engraçado (sem ter qualquer piada) é que esta regulação é para ser válida para este mês de Abril enquanto vigorar o Estado de Emergência.
Se existe muita polémica com os preços das máscaras e desinfectantes, em que muita gente em vez de lucros razoáveis quiseram basicamente roubar as pessoas, o preço do gás esteve na onda do abuso já que em contraciclo com a evolução dos preços dos derivados nos mercados internacionais que levaram a quedas brutais de preços, os vendedores de gás nunca quiseram baixar os preços.
No seguimento deste pensamento, também não seria nada mal pensado se existisse uma investigação aos preços das gasolinas, mas sabendo nós que o Estado tem sempre a sua parte de glutão neste negócio que nem sempre é muito claro.
