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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

05
Out20

Covid de 1ª e Covid de 2ª

jl

mascaras covid.jpgBoas.

Ontem à noite e ainda hoje uma das notícias que esteve em grande plano foi que o conselheiro de Estado António Lobo Xavier estava com o vírus da «moda» e por consequência, todos os conselheiros que tinham estado numa reunião com ele na passada sexta-feira foram ou iriam ser testados. Sinceramente estou de pleno acordo.

Mas o que às vezes me deixa um pouco desgostoso é que outros cidadãos que estiveram em contacto com pessoas que tiveram o Covid não tiveram o mesmo tipo de tratamento. Mas conforme existe esta diferença de tratamento entre as altas figuras de Estado e os outros cidadãos, existem em muitas outras situações, mas cabe a cada um de nós em lutarmos para que este tipo de situações vá atenuando até desaparecer.

14
Set20

Sociedade cada vez mais desigual?

jl

gravidez e covid.jpgBoas.

Hoje o que me levou a escrever aqui umas palavras, foi o facto de ter lido há uns dias que alguns hospitais privados estarão a reencaminhar para o Serviço Nacional de Saúde grávidas que têm partos programados nas suas instalações, caso estas fiquem infectadas com o Covid.

Segundo aquilo que li, estas unidades alegaram motivos de segurança e capacidade instalada para não assegurarem os partos.

Várias delas dizem que estão preparadas para inúmeros actos clínicos, mas que assumem a transferência para as unidades de referência Covid-19 de grávidas acompanhadas ou com partos programados nos seus hospitais. Ou seja na hora de aperto, toca a despachar para o sistema público. Existem sempre algumas excepções, mas poucas.

Para além dos sítios privados, existem hospitais públicos como o Centro Hospitalar Barreiro Montijo ou o Centro Hospitalar de Setúbal que estão a transferir grávidas, enviando-as para o Hospital Garcia da Orta em Almada.

Mas nos locais públicos até se poderá compreender já que aí encontrarão melhores condições, mas num sitio privado em que se paga tudo e mais alguma coisa e que em principio deveria ter todas as condições é que acho estranho. Mais estranho ainda, é que algumas forças políticas que deveriam expor estas condições, basicamente nada dizem e assobiam para o ar.

Eu sinceramente concordo que existam várias alternativas, mas para além de pensarem nas coisas positivas (como o lucro) também terão que pensar no lado menos brilhante. Mas como esta sociedade está cada vez mais virada simplesmente para o dinheiro já nada é de admirar.

30
Ago20

Covid rima com crise

jl

covid e crise.jpgBoas.

E mais um mês que está prestes a acabar e vem aí um mês que não será nada fácil para muitos milhares de famílias. Para além da situação bastante tremida no que diz respeito aos Trabalhos, ainda se junta o regresso das escolas com a conta a atingir umas dezenas de euros (e isto no lado optimista) e para agravar vai acabar a moratória no que diz respeito ao pagamento de créditos. Algumas empresas irão manter isto até Dezembro, mas duas das maiores empresas deste sector como a Cofidis e a Cetelem irão começar a cobrar já este mês as suas mensalidades.

Sei que haverá pessoas a dizer que estas empresas só querem é dinheiro e só querem lucro. Mas a verdade seja dita, não é esse o intuito das empresas? Sei perfeitamente que às vezes poderão entrar em situações um pouco abusivas, mas estes tempos que agora se vivem que sirvam para se extrair algo positivo como as pessoas se questionarem se realmente precisam de ter esses créditos?

Fazer um crédito por causa de um motivo de saúde acho bem, mas depois é tudo uma questão de escolhas. Se vai fazer um crédito para compra de carro e se só tem condições para comprar um Dacia então porquê é que vai comprar um Mercedes? Se tem dinheiro para comprar um telemóvel de 60 ou 70 euros, então o porquê de fazer um crédito para comprar um Iphone. Como quem diz estas coisas, diz em tudo na vida.

Se estes tempos em que covid vai rimar com crise (e não será por pouco tempo), sirva para que se consiga ver que nós enquanto pessoas, somos muito mais do que aquilo que possuímos!

17
Mai20

Sacrifícios em vão?

jl

futuro.jpgBoas.

Que esteja tudo bem aí desse lado. agora que o Covid agora está a abrandar. Já se começam a tomar medidas de desconfinamento. E por muitas normas que o nosso Governo comece a decretar, parece que a maioria das pessoas está mesmo ansioso em ir para a praia. E se é verdade que isso importa, a verdade é que existem inúmeras coisas que devemos ter atenção.

E uma dessas coisas é a validade dos nossos documentos. Se numa primeira altura, a validade foi estendida até 30 de Junho, a verdade é que o Governo do Toni veio agora referir que os mesmos irão continuar válidos até 30 de Outubro.

E se isto até foi uma medida bem aceite por todos, a verdade é que agora virão outras coisas bem mais complicadas já que irão dar origem a diferentes discussões.

E para além das praias, vamos ver discussões em relação às visitas dos utentes que estão nos lares de idosos e respectivas condições que os mesmos vivem, a reabertura das creches e em que os miúdos estarão quase presos e condicionados em relação ao que são (crianças), às aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e depois a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios, cerimónias religiosas e por aí fora.o que todos nós temos que nos mentalizar é que a partir de agora, a realidade será outra e os facilitismos poderão ter consequências no futuro de todos. E já que agora se está a ter um sucesso elevado não podemos ser parvos e deitar tudo ao lixo.

10
Mai20

Restaurantes de bolsos vazios

jl

covid a mesa.jpgBoas.

Daqui a uns dias, mais concretamente dia 18 deste mês, um dos sectores mais representativos para a economia deste país estará a trabalhar. Isto será aqueles que vão reabrir, porque infelizmente alguns ficarão enterrados no buraco desta pandemia.

Mas o que vem aí será um tempo bem diferente daquilo que se conhecia até Fevereiro deste ano. E falta saber se para muitos estabelecimentos não será também um fim anunciado.

Já se sabe que esta coisa do Covid não dá para facilitismos e por isso mesmo o Governo decretou algumas medidas. Aqui vão elas:

- Higienizar as mãos com solução à base de álcool ou com água e sabão à entrada e à saída do estabelecimento (antes da refeição deve ser privilegiada a lavagem das mãos com água e sabão). Sendo que isto seria aquela coisa normal sem existir Covid.

- Respeitar a distância entre pessoas de, pelo menos, 2 metros (excepto coabitantes). E como é fácil os tugas cumprirem isto. Ou não!

- Cumprir medidas de etiqueta respiratória. Isto traduzido quer dizer o quê?

- Considerar a utilização de máscara nos serviços take-away que estão instalados dentro dos estabelecimentos, utilizando-a sempre de forma adequada de acordo com as recomendações da D.G.S..

- Evitar tocar em superfícies e objetos desnecessários. Pois mas isso é concretamente o quê?

- Dar preferência ao pagamento através de meio que não implique contacto físico entre o colaborador e o cliente (por exemplo, terminal de pagamento automático contactless).

- Redução da limitação máxima de cada espaço de restauração para metade e, de acordo com o evoluir da situação, poder-se-á aumentar gradativamente a lotação.

- Disposição das mesas: garantir pelo menos um metro de distância entre cada mesa.

- Instalações higienizadas: garantir a limpeza / desinfecção frequente de pontos de alto contacto como mesas / maçanetas, etc. Neste ponto está a falar-se de 6 vezes por dia.

- Alargamento do período do almoço e jantar, ficando os espaços de restauração obrigados à marcação prévia de mesa, de modo a assegurar que não haja aglomerados de clientes. Mas se houver, os restaurantes farão exactamente o quê?

- As empresas devem permitir um horário mais alargado para as refeições dos seus trabalhadores.

- Higiene alimentar: garantir a lavagem e limpeza de todos os ingredientes antes da sua confecção. Até agora, isto não seria o normal?

- Uso obrigatório de máscaras e/ou viseira por parte dos trabalhadores do restaurante. Embora desconfortáveis, a verdade é que a partir de agora, terá mesmo que ser.

- Obrigatoriedade por parte dos clientes na leitura de temperatura e desinfecção das mãos, à entrada do estabelecimento. Vamos ver se será mesmo assim!

-Eliminação temporária das ementas e cartas, estando apenas expostas em local visível, evitando-se o contacto físico. Por acaso os ajuntamentos que eles não querem criar, não se irão dar aqui?

Eu sinceramente na teoria até posso achar muitas destas coisas positivas, mas falta saber como será na prática porque existem coisas (como os restaurantes terem panos de limpeza de diferentes cor e descartáveis) que não sei como os estabelecimentos irão suportar. Mas vamos ver no que isto irá dar. Até porque nos próximos tempos não estou a ver os tugas de bolsos cheios. Só se forem de ar!

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