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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

07
Out20

Será que sou o único?

jl

futebol e dinheiro.jpgOlá.

Ontem encerrou o mercado de transferências (de Verão, que daqui a pouco haverá mais) do futebol. E em ano de pandemia onde supostamente iria haver uma contenção (e mesmo um retrocesso) nos gastos, a palavra mais falada nos diversos programas televisivos e jornais foi a palavra Milhões. Eu sei que tudo isto é um negócio independente, mas o que me leva a pensar mais nisto é que estando o desemprego a subir e a crise no seio de cada vez mais famílias, o futebol parece que está metido numa bolha onde a classe politica parece que tem medo de mexer e de responsabilizar os dirigentes para que tenham um comportamento mais assertivo e em paralelo com o resto da sociedade.

Se eu pudesse dava descanso ao meu carro que já precisava da reforma, mas como o meu dinheiro não estica e tenho que pagar as minhas despesas a tempo e horas (ao contrário de muitos clubes) ele lá terá que se aguentar.

Eu não censuro quem gosta do seu clube (até porque eu também gosto muito do meu), mas acho que isso não deve tirar a capacidade de pensar no certo ou errado e se este tempo da Pandemia trouxe algo de positivo, foi de ver que mesmo não tendo havido jogos durante meses, afinal sempre se conseguia viver sem isso.

27
Set20

Felicidade vs Dinheiro

jl

dinheiro e felicidade.jpgOlá.

Mais uma semana que passou e mais uma semana em que o Euromilhões não quis nada aqui com a minha pessoa. Mas a verdade seja dita, isto não é nada que fique admirado. Aliás se fosse ao contrário é que seria motivo de estranheza. Mas como a esperança é como a sogra (ou seja, a última a patinar) temos que esperar pelo próximo sorteio para ver se a sorte nos aquece a carteira. Eu sei que o dinheiro não traz a felicidade, mas que ajuda, lá isso é verdade.

Mas será que a riqueza faz-nos mais felizes?

Primeiro, é preciso definir o que é isso de ser feliz, até porque geralmente isso é tratado como um estado emocional positivo. A este, estão associados a sensação de felicidade assim como o prazer, o bem-estar e a percepção de sucesso.

Tudo isto tem muito a ver com satisfação e o quanto a expectativa das pessoas está a ser cumprida na vida que se têm. Se existe uma distância muito grande entre o que nós conseguimos e aquilo que esperamos, mais insatisfeitos ficaremos.

As nações que acumulam mais riquezas, que conseguem atingir menor índice de mortalidade infantil, que garantem fundos para a ciência, que investem em parques e locais públicos para lazer, têm pouco impacto no nível de bem-estar subjetivo dos habitantes. Até porque por norma, os cidadãos destes países sentem que têm pouco tempo e que trabalham cada vez mais.

Ou seja, se nós temos o que chamamos de básico, como a saúde, educação, oportunidades para concretizar as suas aspirações e boas relações sociais, o ter mais e «melhores» bens materiais tenha mais impacto negativo do que positivo na nossa felicidade.

Hoje em dia e cada vez mais, as pessoas procuram quase incessantemente um nível de riqueza material cada vez maior em relação a gerações anteriores e sacrificam a maioria do seu tempo bem como os relacionamentos para obter isso. Mas será que tudo isso vale a pena?

Depois de se pagar todas as contas e ter dinheiro suficiente para chegar tranquilamente é bom. Poder ter um pé-de-meia para uma situação imprevista melhor ainda. Ter dinheiro que nos permita comprar quase tudo, mas que em contrapartida nos obriga a viver quase escondido de tudo e de todos e em ter receios de sermos assaltados ou a viver com medo do que possam fazer com os nossos compensará?

Às vezes sei que o dinheiro faz a diferença. Sempre ouvi dizer que devemos é pensar primeiro na saúde. Mas se não tivermos, o dinheiro faz muita diferença. É quase como o caso da depressão, a mesma não é mais comum na população pobre. O que se sabe é que nestes casos, existe uma dificuldade maior no seu tratamento.

— O consumismo que muita gente hoje vive pode tornar-se uma coisa patológica, chegando a um ponto em que essa pessoa não consegue parar. O consumismo faz uma pessoa trabalhar mais e mais e ficar stressada, não trazendo com isso um estilo de vida com mais qualidade.

- Importante investir na felicidade

Mas se dizem que o dinheiro pode ajudar à felicidade, então porquê é que isso nem sempre acontece? Acima de tudo porque muitas vezes o investimento não é feito nas coisas certas e nem nas companhia das pessoas que deveriam estar ao nosso lado.

- Pessoas felizes conseguem mais dinheiro

Existem estudos que nos dizem que a felicidade vem antes do dinheiro, mas que as pessoas felizes tendem a ser mais produtivas. A personalidade tem relação directa com a capacidade de ser feliz a partir do dinheiro.

E depois está tudo interligado, porque se não temos como dar comida aos nossos filhos ou sustentar a casa, obviamente que não seremos felizes. Mas a partir do momento em que a situação se inverte, a nossa personalidade ficará diferente.

Em primeiro lugar temos que ser felizes e se por vezes isso não é fácil, então teremos que lutar para isso e depois as coisas acontecerão naturalmente.

02
Jan20

Não atirar dinheiro ao lixo

jl

bolo rei tostas.jpgBoas.

Agora que começou o ano, vamos todos ouvir falar dos desejos para o novo ano e que tudo corra pelo melhor e que haja muita saúde e paz para todos.

Claro que daqui a uns dias ninguém irá querer saber disso para nada e voltará tudo ao normal.

Mas para não esperar pelos próximos dias, hoje voltarei ao normal e irei falar daquelas coisas que nos afectam no dia-a-dia. E nesta data uma das coisas que mais consomem a paciência das famílias é o desperdício. Às vezes não é por se comprar um bolo muito grande, mas como se tem imensos doces em cima da mesa, o mais natural é que algumas das coisas vão para o lixo. Como não se está em altura de desperdício (e nunca se esteve) o melhor que se tem a fazer é aproveitar adequadamente estas coisas e hoje vou falar sobre o bolo-rei que por norma é tradição nestas festas e que muitas das vezes o mesmo vai parar ao lixo.

Uma forma de evitar o desperdício de bolo-rei passa pela sua congelação, ou até levá-lo ao forno. O objetivo é que o mesmo seja consumido a médio ou longo prazo. Aqui deixo dicas sobre os dois métodos.

- Congelar o bolo-rei

Corte o bolo-rei que sobra em porções do tamanho que lhe parecer mais adequado, pensando na quantidade de fatias que irá consumir mais tarde. Para congelar envolva bem em película aderente ou guarde em caixas herméticas. Leve ao congelador.

Desta forma o bolo-rei manter-se-á em boas condições durante cerca de dois a três meses.

Quando for a hora do consumir, basta retirar do congelador e deixar descongelar à temperatura ambiente.

- Levar o bolo-rei ao forno

Corte o bolo-rei em fatias, o mais fino que puder (cerca de 4 mm será o ideal). Forre um tabuleiro com papel vegetal, espalhe as fatias e leve ao forno a 225 graus até que estejam completamente douradas, virando dos dois lados.

Tenha atenção ao virar as mesmas, pois as fatias quentes estarão mais sensíveis e partem-se com alguma facilidade. Deixe arrefecer completamente e guarde em caixas ou frascos herméticos.

Estes biscoitos são ideais para acompanhar uma chávena de chá assim simples, com compota ou manteiga. Uma delícia e com o aproveitamento das coisas é dinheiro que não é deitado ao lixo.

 

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