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marianagugudada

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

A vida não é feita por parcelas, é feita pelo todo

marianagugudada

21
Set20

Tou xim, aqui na sanita não é para mim

jl

telemovel no wc.jpgOlá.

Eu hoje vou falar aqui de um tema que não cheira lá muito bem. E digo isto porque o que vou escrever aqui é sobre as casas-de-banho, mais propriamente porque não se deve levar o telemóvel para esse local.

Eu sei que é mais fácil dizer isto, do que fazer, até porque hoje em dia este aparelho é quase inseparável da nossa pessoa. Mas um dos locais, que a maioria das pessoas o leva é precisamente para o WC, mas isso faz com que o coloquemos em contacto com germes nocivos para a nossa saúde.

A quantidade de micróbios no telemóvel de cada um varia com a frequência com que é desinfetado. A maioria dos especialistas garante que não é raro detectar no mínimo 100 000 germes e bactérias diferentes nos telefones, fazendo destes alguns dos agentes potencialmente mais nocivos com os quais entramos em contacto no dia-a-dia.

Esta contaminação é mais fácil do que se possa pensar, já que enquanto estamos na casa de banho tocamos em superfícies em que outras pessoas (ou nós mesmos) poderão ter estado anteriormente sem os cuidados essenciais de higiene, o que aumenta as hipóteses de se apanhar os micróbios e transferi-los para o nosso telemóvel. Outro factor, é que cada vez que se puxa o autoclismo da sanita com a tampa aberta, este lança uma multiplicidade de germes para o ar, que podem pousar em superfícies da sua casa de banho, tornando as áreas ainda mais sujas. E muitos de nós nem sequer se apercebe disso.

Mas temos que ter em mente que o simples facto de ter um telemóvel sujo não quer dizer de que vai adoecer. Existem factores como a frequência com que tocamos no telemóvel, nas superfícies da casa de banho ou na nossa cara, o nosso sistema imunitário, o lavar as mãos assim como a desinfecção que fazemos ao nosso telemóvel.

Para desinfetar o nosso aparelho da forma mais correcta, as empresas desaconselham o uso de produtos de limpeza agressivos. Temos que nos lembrar que o uso do telemóvel não é obrigatório a todos os momentos da nossa vida e se quer mesmo passar o tempo na sanita ocupado com algo. Opte por levar uma revista ou um livro para esse local. Não quer dizer que os germes irão desaparecer do wc, mas em princípio não levará a revista para todo o lado, conforme leva o seu telefone.

21
Jun20

Solução para o tou xim

jl

telele.jpgOlá.

Já alguma vez deram a volta à casa procurando o telemóvel e o mesmo parece que saiu para ir às compras e não aparece? Não se preocupe muito, porque isso parece que é um mal geral e ataca a maioria de nós. Mas se até aqui isso era daquelas coisas que parecia não existir solução, a verdade é que a Google tem agora uma útil ferramenta para encontrar o seu telele, esteja ele perdido em casa, na rua ou até furtado.

Muitas vezes, muitos de nós pedimos à cara-metade para que dê um toque para saber onde temos o telemóvel, mas um dos problemas que nos acontece é termos o equipamento em silêncio e com isto o ligar não ajudará muito. O que faz com que tenha desarrumar tudo o que é sofás para o descobrir. Mas, e se o perdeu fora de casa ou se este tiver sido roubado?

Se acontecer isto, a Google colocou no mercado uma solução para encontrar o smartphone. Mas como funciona? Comece por escrever no motor de pesquisa da Google “encontre o meu smartphone” que será reencaminhado para página correspondente. Mas atenção, que para isto funcionar, deverá ter a sua conta ativa no telefone, claro, e depois autenticar-se no computador ou equipamento que quer usar na pesquisa.

Depois de autenticado, o sistema vai listar os últimos telefones que foram associados à sua conta, com a informação da última vez que foi acedido. Por questões de segurança, vai ter de fazer novamente a autenticação no equipamento escolhido da lista.

Escreva no motor de pesquisa da Google “encontre o meu smartphone” e será reencaminhado para a página, onde são listados os equipamentos registados na conta.

Terá de fazer a autenticação para confirmar ser o dono do mesmo, como é óbvio.

Terá acesso a um menu com diversas opções que pode fazer.

Pode optar por fazer o smartphone tocar ou encontrá-lo no mapa.

Mas para comprovar faça o teste. Enquanto o telemóvel estiver a tocar irá receber a respetiva notificação no browser do computador. Se o equipamento for desligado será também avisado.

No mapa vai encontrar o seu aparelho dentro de um perímetro de poucos metros, bastando fazer zoom.

Pode aceder a mais informações do equipamento como o IMEI ao tocar no "i".

Poderá proteger o equipamento, terminando a sessão da sua conta da Google no equipamento.

Poderá a partir daqui enviar uma mensagem que será visível no ecrã de bloqueio do smartphone, para deixar instruções a quem encontro o equipamento perdido, por exemplo, para o devolver, introduzindo ainda um número alternativo para o qual pode ser contactado pela pessoa em questão. Mas tem sempre que contar com o factor sorte.

Se não houver solução, pode apagar por completo os dados do equipamento, via remoto, mas com isso deixará de poder comunicar com o mesmo e encontrá-lo.

Se utilizar a funcionalidade da “Linha Cronológica” do seu smartphone, pode consultar todo o histórico do equipamento, desde as deslocações no mapa, as fotografias que tirou e outros elementos que podem ajudar a encontrar o equipamento onde o perdeu. Ou seja aqui dá para ver que aquilo que pensamos ser uma coisa só nossa, afinal não será bem assim.

Mas a partir daqui existem diferentes ações que pode fazer remotamente ao seu telemóvel. Pode fazê-lo tocar, usando o botão “Tocar”, ativando o sinal de chamada com o volume no máximo, mesmo que tenha o som desativado. É ideal para encontrá-lo debaixo do sofá.

Se optar pela função “Localizar”, vai abrir um mapa no Google Maps com a localização do seu telefone, ideal para o caso de ter perdido na rua ou se este for furtado. Pode fazer zoom no mapa e obter a sua localização com poucos metros do seu perímetro. Imagine que deixou o equipamento no trabalho ou na casa de um familiar, ou como já me aconteceu, no carro.

No mapa também pode aceder ao IMEI do equipamento, premindo o botão “i”, ao lado do nome do smartphone, com informação da primeira e última ativação do mesmo. Aqui também poderá reproduzir o som no equipamento, e executar duas operações de emergência.

A primeira é apenas para proteger a sua conta, terminando a sessão e bloqueando assim o equipamento. Poderá a partir daqui enviar uma mensagem que será visível no ecrã de bloqueio do smartphone, para deixar instruções a quem encontrou o equipamento perdido, por exemplo, para o devolver, introduzindo ainda um número alternativo para o qual pode ser contactado pela pessoa em questão. Claro que temos que acreditar na boa-fé do próximo.

Se sentir que o smartphone não é recuperável, pode limpar definitivamente os seus dados através da respetiva opção. Se optar por esta via, o equipamento já não poderá ser localizado.

Como tudo na vida, temos o lado positivo e as coisas menos boas.

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